Só tenho uma coisa a dizer: depois de levar o bicampeonato do WPFC (World
Poker Fifa Championship), acabo de conquistar, ao lado da Carlucha, o
vice-campeonato da 1ª Copa
Guindaste de Buraco. Agora só falta aprender a fazer mágica
com as cartas...
Por problemas técnicos, a atualização deste blog está mais lerda do que o normal. Assim que a situação for restabelecida, posts novos surgirão. Obrigado pela atenção.
Listas - 5 histórias do Stephen King que não são de terror
Sou um grande fã de Stephen King. O cara escreve contos de terror como ninguém. Sejam histórias de vampiros (A Hora do Vampiro), de carros mal-assombrados (Christine), de gente voltando do mundo dos mortos (Cemitério Maldito), de vinganças telecinéticas (Carrie – A Estranha) ou de perseguições psicóticas (Angústia), ele é realmente um mestre na aérea de assustar.
O que pouca gente sabe é que o Stephen King também escreve coisas que não são de terror. Aqui, na volta das listas, seguem cinco exemplos de filmes baseados em livros que não têm o terror ou o suspense como mote.
1- Um Sonho de Liberdade
Título original: The Shawshank Redemption
Lançamento: 1994
Diretor: Frank Darabont
Resumo:Um banqueiro é condenado injustamente à prisão perpétua pelo assassinato da mulher. Para sobreviver no presídio, faz amizade com um velho condenado e ajuda o diretor a criar um caixa 2.
Comentários: A melhor adaptação de um conto do Stephen King que não é de terror. É extremamente sensível e emocionante. E corre com muito mais fluidez do que o conto original.Em uma palavra: imperdível.
2 - À Espera de um Milagre
Título original: The Green Mile
Lançamento: 1999
Diretor: Frank Darabont
Resumo: John Coffey é condenado à morte pelo estupro e assassinato de duas menininhas. Mas enquanto espera a execução de sua sentença, ele exibe um poder extraordinário: o de curar pessoas.
Comentário: Um dos melhores livros de Stephen King, muito bem adaptado ao cinema. É impossível não se comover com a história de Coffey.
3 - Conta Comigo
Título original: Stand By Me
Lançamento: 1986
Diretor: Rob Reiner
Resumo: Quatro amigos partem em busca do corpo de um menino atropelado perto de sua cidade. A viagem marca a passagem da infância para a adolescência.
Comentário: O filme é magistral, tão bom quanto o livro. E acabou virando um marco desta fase em que os meninos não são mais crianças. Além disso, é um dos primeiros trabalhos das carreiras de Kiefer Sutherland e John Cusak.
4 - A Hora da Zona Morta
Título original: The Dead Zone
Lançamento: 1983
Diretor: David Cronenberg
Resumo: John Smith é um professor que fica cinco anos em coma após sofrer um acidente de carro. Quando acorda, descobre que tem o poder de ver o passado ou o futuro de uma pessoal com um simples toque. A dádiva se transforma em problema quando ele encontra o futuro presidente dos Estados Unidos.
Comentário: O livro é sensacional, daqueles que você não consegue parar de ler.
5 - O Aprendiz
Título original:Apt Pupil
Lançamento: 1998 Diretor: Bryan Singer
Resumo: Um garoto descobre que em sua cidadezinha vive um velho general nazista. Começa então um jogo de exploração psicológica: para não denunciar o velho, o garoto quer ouvir detalhes dos campos de concentração.
Comentário: Bryan Singer é um diretor competente. Ele já mostrou isso em Os Suspeitos e X Men. Mas em O Aprendiz, errou feio. Ele ignorou todo o terror da transformação psicológica do moleque após as histórias contadas pelo nazista. Assim, o filme ficou com uma visão maquiavélica, anos luz atrás do conto que foi inspirado.
O Bebê Diabo está de volta. Depois de um pausa de duas semanas, por uma excelente e apaixonante causa, eis que surge um novo post, em homenagem a um dos maiores ícones dos anos 80: Kátia, a cantora cega. Apadrinhada de Roberto Carlos, ela fez certo barulho com o sucesso romântico-brega Qualquer Jeito, mais conhecido como Não Está Sendo Fácil. (E realmente não está sendo fácil). Para quem não lembra, segue o clipe e a letra da música, de autoria da dupla Roberto e Erasmo.
Todo dia, ao amanhecer, quanto mais tento te esquecer, mais me lembro, não tem jeito.
Desde quando eu te conheci, nunca mais te tirei daqui, do meu peito. De que jeito?
Não está sendo fácil, não está sendo fácil. Não está sendo fácil viver assim. Você está grudado em mim.
Quando tento me divertir, nos lugares que eu quero ir, você sempre está. De algum jeito está.
Eu te encontro em qualquer canção, você vive em meu coração e eu aceito. Não tem jeito.
Não está sendo fácil, não está sendo fácil. Não está sendo fácil viver assim. Você está grudado em mim.
Se você ainda quiser voltar, não demore, eu não sei ficar desse jeito. Não tem jeito.
Não precisa nem me avisar, basta, apenas, você chegar do seu jeito. Qualquer jeito.
Não está sendo fácil, não está sendo fácil. Não está sendo fácil viver assim. Você está grudado em mim.
Esse blog anda muito mal-educado, deixando os poucos -mas fiéis- visitantes sem resposta. É por isso que, a partir de hoje, eu me proponho a responder os comentários na própria caixa de comentários. É isso!
Hoje (ou ontem) eu li que o Neil Gaiman vem para o Brasil participar da sexta edição da Flip(Festa Literária Internacional de Parati), entre os dias 2 e 6 de julho. Se tem um evento que eu gostaria de ver, é esse. O cara é fera. Para quem não manja nada de gibi, ele criou uma das melhores -e mais premiadas- séries de todos os tempos: Sandman. Além disso, escreveu vários livros, entre eles o sensacional Coraline, que vai virar filme esse ano. Bom, o Pedro, que é o especialista no assunto, pode falar mais respeito. Da minha parte, só fica o conselho: se puder, não perca.
PS.: Na foto, o Sandman (também conhecido como Sonho, Morpheus e outros nomes) está ao lado de sua irmã mais velha, Morte. É o final da primeira saga da série, Prelúdios & Noturno, em uma excelente história chamada "O Som de Suas Asas".
PPS.: "Sonhos não fazem promessas", frase escrita em uma parede em Prelúdios & Noturnos.
Eu já disse aqui que já fui mais cinéfilo. Adoro filmes, mas está cada vez mais difícil arrumar tempo para ir ao cinema. Nesta semana, enquanto esperava o aniversário do Marmota, fui ver “Quebrando a banca” (“21”, de Robert Luketic).
É a história, baseada em fatos reais, de um grupo de alunos do MIT que, instruídos por um professor, bolam um jeito de contar cartas e ganhar dinheiro fácil jogando 21 em Las Vegas. Muito instrutivo, ainda mais às vésperas de mais uma edição do Mundial de Pôquer.
O filme é legalzinho, vale as 12 pilas investidas. (Aliás, o cinema do Shopping Eldorado ficou muito bom após a reforma.) E faz coçar ainda mais a vontade de conhecer Las Vegas, só para perder um pouco de dinheiro naquelas maquininhas.
Faz um tempinho que estou com uma idéia de colocar aqui uma lista dos principais jogos que eu vi no estádio. A vitória do Corinthians sobre o Goiás por 4 a 0 na Copa do Brasil foi o empurrãozinho que faltava para levar adiante a idéia. A relação abaixo indica os momentos mais marcantes, positivamente, que acompanhei em um estádio de futebol. São jogos históricos, pelo menos para mim.
Juventus 2 x 3 Linense
Data: 25/11/2007
Local: Rua Javari
Torneio: Copa Federação Paulista
Resumo: Final de campeonato. Javari lotada, com quase 4 mil torcedores. Em jogo, além do título, uma vaga na Copa do Brasil: é o início do “Projeto Tóquio”. E o Juventus, que pode perder por até um gol de diferença, marca 1 a 0 e ainda tem pênalti a favor. Mas o delírio vira decepção. A cobrança é perdida e logo em seguida o Linense empata. No segundo tempo, o time do Interior pressiona e faz 2 a 1. Aos 47 minutos, marca o terceiro. A Javari fica desolada, sem acreditar no que acontece. É um minuto de profunda tristeza, que acaba em êxtase quando João Paulo acerta um chute de fora da área, a bola desvia no zagueiro e entra. É a derrota mais comemorada da história da Mooca. É futebol em toda a sua essência. É inesquecível.
Resumo: Catarse coletiva. Só assim que eu consigo definir aquela noite de abril. Depois de levar uma piada de 3 a 0 para o Cianorte (obrigado, Fábio Costa), o Corinthians precisava ganhar por quatro gols de diferença para avançar de fase na Copa do Brasil. Mais do que a classificação, naquela noite a honra estava em jogo. E ela foi defendida com garra do primeiro ao último minuto. Das numeradas do Pacaembu, levei pra casa dois hematomas nas batatas da perna (de tanto bater na cadeira na hora das comemorações dos gols) e a alma lavada.
Resumo: Depois de muito tempo, voltava ao Morumbi. E logo em final de campeonato. Na semana anterior, o Corinthians havia conseguido um empate heróico no Mineirão, com dois gols do gênio Dinei. No meio da semana, dou uma escapadela do trabalho para agilizar a compra dos ingressos, feita graças à boa vontade do Nara e de um colorado chamado Marmota que eu acabei conhecendo. O jogo foi bom, apesar de o Corinthians ter sido roubado. Mas o melhor aconteceu no estacionamento do Shopping Butantã, com uma inesquecível corrida de carrinhos de supermercado que não teve vencedor porque uma maldita Caravan decidiu ficar no meio do caminho.
Resumo: Sol, muito sol. É o que mais lembro desse jogo. Chuva mesmo, só de gols. E nos gols, quando caía uma agüinha esquisita em cima da gente. Mas foi uma festa só, ainda mais pelas excelentes companhias da minha irmã e da minha tia Maria.
Resumo: Esta foi a minha primeira cobertura importante. E foi em um momento tenso. A seleção precisava ganhar de qualquer jeito para ainda ter chance de se classificar paraCopa do Mundo. O Felipão, que tinha acabado de assumir o time, sabia disso, e criou todo um clima favorável. No meio disso tudo estava eu, viajando pela primeira vez de avião, atarantado com um monte de coisas novas e caçando frango em coisas válidas. No final, o saldo foi positivo, tanto para mim quanto para o Brasil, que ganhou bem, se classificou para a Copa e foi campeão. Pena que da cobertura só sobrou a capa das Eliminatórias. As matérias se perderam no éter...
Diz o politicamente correto que a gente não pode rir das desgraças dos
outros. Mas como o politicamente correto é uma das maiores pragas modernas, vou
aproveitar este humilde espaço para repercutir um pouco a fantástica história do
padre voador. Não, não estou falando do jesuíta Bartolomeu de Gusmão, que em
1709 criou a passarola, uma espécie de percursora dos balões de ar quente que é
considerada a primeira aeronave a efetuar um vôo. Estou falando do padre Adelir
de Carli.
Para quem esteve em coma ou em Marte na última semana, vai um resumo da
história. No dia 20 de abril o padre Adelir de Carli, de 41 anos, tentou
uma proeza: passar 20 horas no ar pendurado por cerca de mil balões de gás
hélio. O objetivo: bater o recorde mundial (é sempre isso) e, de quebra,
angariar fiéis. Mas as coisas, para variar, deram errado. Apesar do aviso de que
o mau tempo poderia colocar tudo a perder, o intrépido padre decidiu partir para
o céu. O resultado foi que os balões o levaram em direção ao mar. O
problema poderia ter sido contornado se o padre soubesse usar o GPS que
carregava.
Sem conseguir controlar os balões, o aventureiro rumou em direção ao
mar. Depois de dias de busca, alguns balões foram encontrados a 50
quilômetros da costa. Do padre, nem sinal. Enquanto isso, a história se tornou
uma febre na Internet. Até mesmo um blog foi criado para
contar o causo, colocando o padre na ilha de Lost. Uma outra campanha é
para que a história entre na disputa do Darwin Awards (aquele prêmio que é
concedido à morte mais estúpida do ano). Até mesmo um encontro do padre com a
Turma do Balão Mágico foi produzido no Youtube.
Eu sei que a história é trágica, mas, convenhamos, não deixa de ser
engraçada. E prova que cada um de nós é mesmo responsável pelas besteiras que
faz na vida.
Dia de São Jorge, festa no Corinthians. E não é que me derrubam e quebram a imagem do santo? Se no ano passado, mesmo com a bênção dele, aconteceu tudo o que aconteceu, imagina o que vai rolar daqui pra frente??? 2008 realmente promete!