Sim, este post é ‘inspirado’ no histórico post “Para um leigo entender (ou não) Star Wars” do não menos histórico Marmota, publicado originalmente em maio de 2005. Pois bem, não tenho a genialidade do André, mas vou tentar o meu melhor hoje, quando estréia nos EUA a quarta temporada de Lost.
Há muito tempo atrás, numa galáxia distante... (Chega de inspiração!!!!).
Em uma bela tarde de setembro um avião que fazia a rota entre Sydney e Los Angeles caiu em uma paradisíaca ilha no Pacífico. Enquanto esperavam o resgate, os sobreviventes tentavam se conhecer. Entre eles estavam um médico bonitão, uma foragida da polícia, um golpista, uma grávida, um ex-aleijado, um hobbit cantor de rock, um terrorista iraquiano, um casal de chinas e um gordão sortudo.
Logo eles descobriram que não estavam sozinhos na ilha. Um monstro que come pilotos de avião e um urso polar foram os primeiros habitantes avistados. Em seguida, encontraram uma francesa louca (pleonasmo) que já estava na ilha há 16 anos.
Enquanto tentavam achar uma saída da ilha, os personagens tinham os seus passados revelados. Problemas com drogas, com a família ou com dinheiro subiam à tona e se refletiam na própria ilha.
Mas os perigos só estavam começando. A ilha tinha outros moradores, chamados de Os Outros. E um desses Outros se infiltrou no acampamento dos sobreviventes e seqüestrou a grávida e o hobbit cantor. No final, os dois conseguiram fugir e o hobbit cantor matou esse Outro infiltrado.
Sem chance de resgate, os sobreviventes resolveram construir uma balsa. A primeira versão da balsa pegou fogo, mas a segunda foi ao mar. Mas a saída foi impedida por um barco dos Outros. Um Outro barbudo seqüestrou um moleque, deu um tiro no golpista e destruiu a balsa.
Enquanto isso, na ilha, o ex-aleijado e um playboyzinho acharam uma escotilha que não abria de jeito nenhum.O playboyzinho morreu ao cair de um avião que estava pendurado perto da escotilha, que só foi aberta depois de uma grande explosão.
Dentro da escotilha, tinha um escocês, que chegou à ilha depois de um passeio de barco. Ele ficou três anos digitando um código em um computador (4-8-15-16-23-42, os mesmos números que o gordão usou pra ganhar na loteria). Bom, o escocês foi embora e deixou os sobreviventes apertando o botão.
O pessoal que estava na balsa conseguiu chegar à praia. No outro lado da ilha eles encontraram sobreviventes da parte de trás do avião. Esta outra turma também teve problemas com os Outros, sendo que apenas cinco sobraram pra contar a história.
Os dois grupos de sobreviventes acabam se reencontrando, mas isso só acontece depois de uma patricinha (irmã do playboyzinho) morrer.
O pessoal captura um estranho, que diz ter chegado na ilha de balão. Mas eles vão verificar o cara e descobrem que é um dos Outros. O fulano é feito prisioneiro, mas escapa com a ajuda do pai do moleque que foi seqüestrado. Em troca, ele dá um barco pro pai e pro moleque saírem da ilha.
A fuga do Outro da prisão dos sobreviventes acaba com duas mortes e três reféns: o médico, o golpista e a fugitiva da polícia. Os reféns descobrem que o fulano é uma espécie de líder dos outros.
No outro lado da ilha, o escocês volta e o ex-aleijado decide quebrar o computador. Dá o maior rebu: o céu fica roxo, a terra treme e as coisas começam a ficar magnéticas. O escocês salva a todos explodindo a escotilha.
Todo mundo que estava lá dentro sobrevive. Mas o escocês faz uma viagem no tempo e depois descobre que pode prever o futuro. Ele prevê várias vezes a morte do hobbit cantor de rock e faz tudo para salvá-lo.
Enquanto isso, o golpista e a fugitiva conseguem escapar dos Outros. O médico permanece como refém e salva a vida do líder rival. Em troca, recebe a garantia de sair da ilha. Mas o plano dá errado porque o ex-aleijado explode o submarino que levaria o médico de volta para o continente.
Sem ter o que fazer com os Outros, o médico volta ao acampamento dos sobreviventes. Lá ele descobre outras mortes, como a do Rodrigo Santoro, que foi enterrado vivo ao lado de uma gostosa por causa de uns diamantes.
O médico leva para o acampamento uma Outra, que faz jogo duplo. Aí uma paraquedista cai na ilha, e a chance de ir embora aumenta, porque os amigos dela estão em um barco perto da praia.
Para fazer contato com o barco, o pessoal tem que interromper uma transmissão feita pela francesa. Um grupo vai até uma torre interromper a transmissão, enquanto outro fica no acampamento para matar alguns dos Outros. O hobbit cantor e o escocês vão a uma escotilha aquática para interromper um outro sinal.
O líder dos Outros descobre o plano e tenta impedir que os sobreviventes entrem em contato com o barco. Ele briga com o médico e é feito de refém novamente. O escocês e o hobbit cantor conseguem desbloquear o sinal da escotilha aquática, mas o hobbit cantor morre afogado.
A paraquedista consegue entrar em contato com o barco, mas é assassinada pelo ex-aleijado. O líder dos Outros afirma que agora todo mundo vai morrer. O que vai acontecer ninguém sabe, só se sabe que o médico e a fugitiva conseguem fugir da ilha (porque um dos passados do médico não é passado, e sim futuro).
Pela primeira vez este blog vai tocar em um assunto sério. São Paulo não pode mais esconder as suas virtudes. Chegou a hora de enfrentar o seu destino como principal pólo turístico do Brasil. Para isso, a cidade precisar dar mais brilho ao seu grande marco, a belíssima estátua de Borba Gato, o Bagulho Maravilha.
Escondido nos cafundós de Santo Amaro, o nosso querido Borba é ignorado pelo grande público. Assim, está lançada a campanha Leve o Borba Gato para a Avenida Paulista. Ali, na esquina com a Consolação, ele seria de fato o grande guardião de todos os paulistanos.
Um exemplo de sucesso aconteceu em Paris, quando os franceses colocaram o Arco do Triunfo no meio da Champs-Élysées. Acontecerá a mesma coisa com São Paulo quando o Borba fora para a principal avenida da cidade.
Por isso, chegou a hora da sociedade se organizar e convencer as autoridades competentes de que o lugar do Borba é realmente na Paulista. Quem quiser participar, clique aqui.
O Marmota e o Trotta já aderiram à campanha. Faça o mesmo!!!
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Esta é uma lista diferente. No início deste meu 30º ano de vida, resolvi fazer uma relação anual de 30 filmes que eu gostou ou que me marcaram. Eis a relação:
As travessuras do Moleque - Juventus 1 x 1 Noroeste
O Campeonato Paulista de futebol começou ontem. E nada melhor do que um jogo
na quarta-feira à tarde, na Rua Javari, para abrir a competição. Aproveitando a
semana de férias, voltei à Mooca para prestigiar a estréia do Juventus no
torneio. Nestes eventos, o jogo é o que menos importa. O que vale mesmo é a
diversão de ir com os amigos.
A Javari estava bem cheia. Quase duas mil pessoas compareceram ao estádio. Em
campo, Juventus e Noroeste jogaram bola apenas nos dez primeiros minutos.
Depois, embaixo de muito sol e ameaça de chuva, os times morreram em campo. O
resultado, de 1 a 1, acabou sendo um lucro para o Moleque, que foi pressionado a
maior parte do tempo.
Maior reforço do Juventus para a temporada, o volante Vampeta não jogou. Mas
foi ao estádio ver os seus companheiros de equipe. Em campo, destaque para
Fernando Diniz, o melhor do time enquanto teve fôlego. Depois da partida, breja
com os amigos. E uma quarta-feira muito bem aproveitada.
- As pessoas estão cada vez mais loucas ou é apenas impressão minha? - Dois sonhos ruins em dois dias não é nada agradável. - Uma conta que dá R$ 66,66 é meio assustador. Ainda mais com a coincidência que veio logo a seguir. - O ócio leva ao ócio. - E o coração é mesmo o bicho mais burro do corpo humano.
Oito anos atrás, o Corinthians ganhou o primeiro Mundial de Clubes organizado pela Fifa. O time, dirigido por Oswaldo de Oliveira, tinha um esquadrão, com Rincón, Vampeta, Marcelinho, Ricardinho, Edilson e Dida em grande fase. Na final contra o Vasco, no Maracanã lotado, o Timão segurou o ataque formado por Romário e Edmundo e ganhou o título nos pênaltis. A cena de Edmundo chutando a última cobrança pra fora é inesquecível. Naquela época, trabalhava em dois empregos (no Diário e na Gazeta). Assim, não tive a chance de ir pro Rio ver o Timão ser campeão. Assisti ao jogo na Redação da Gazeta. Foi uma noite de desespero, descontrole e êxtase, que terminou com mergulhos de joelho no chão, no estilo do Neto. (E uma merecida bronca depois, é claro). Na Paulista, muita festa com os amigos, com direito até a ser expulso de um bar ao entrar gritando com meu xará Leandro Rodrigues, o verdadeiro. A madrugada acabou na casa de um outro amigo, com uma surreal disputa de Show do Milhão. É por dias como este que a gente repete: "Eu nunca vou te abandonar porque eu te amo. Eu sou Corinthians!"
Hoje sonhei com cobras. Três, de diferentes espécies. Em casa. É claro que dei uma googlada pra ver o que significava. Eis o resultado: "Cilada de inimigos. Desilusão amorosa. A cobra é o mais inconfundível dos símbolos sexuais, não somente nos sonhos, como nas lendas, na arte, e na literatura, sempre por influência do inconsciente coletivo. Uma cobra mordendo a própria cauda e, formando, assim, uma circunferência perfeita, é freqüentemente usada para representar um "princípio eterno", a força vital, no sentido do imperativo biológico, que consiste, essencialmente, no impulso sexual. Não se pode esquecer, por outro lado, a associação do conceito fálico ao culto da serpente, na história da humanidade." P.S.: No sonho, eu estava com alguém que eu não deveria. Como dizia Dona Milú: Mistéééééério!!!!
É sábado. Acordei tarde. Na verdade, fui acordado, pra variar. Detesto isso, assim como detesto plantões de final de semana e filmes iranianos. A casa desarrumada é aconchegante. É minha. Minha e da TV, que fica ligada na sala o tempo todo. Refúgio e companhia. É sábado. Preguiça para fazer o almoço. Falta de idéias. Cansaço acumulado que fica latente. E uma vontade enorme de voltar pra cama até ser acordado de novo. É sábado, e a tarde chega. Hora de virar um homem sério. Negócios, trabalho, amor. Mais um dia corrido e perdido. Pra quê? Pra quem? É sábado, e tudo o que eu queria agora é que realmente fosse uma bela tarde de sábado.
Blog novo (ou quase), idéia velha. Agora no Bebê Diabo as listas!!! Pra
começar bem e ano, e pra comemora a chegada do box da última temporada de
Seinfeld, aqui vai a minha lista dos cinco melhores episódios da série.
1 - The Contest (4ª temporada - episódio
11)
História: George é flagrado pela mãe em um momento de
intimidade solitária. Arrependido, diz que nunca mais vai fazer isso. É o motivo
para os quatro amigos apostarem quem vai ficar mais tempo sem se masturbar. O
que eles não contavam é com as tentações que iam encontrar pelo
caminho. Melhor cena: Kramer perdendo a
aposta. Frases: "I'm master of my
domain" (Jerry)
"I'm king of the castle"
(George) "Oh my
God, the queen is dead!" (Jerry)
2 - The Bizarro Jerry (8ª temporada - episódio
3)
História: Elaine conhece os amigos de seu namorado, que
são a cópia oposta de seus amigos. Enquanto isso, Jerry sai com uma mulher que
tem mãos de homens, George usa uma foto de uma modelo como se fosse de sua
finada esposa e Kramer consegue um trabalho ao usar um banheiro de um
prédio. Melhor cena: O encontro entre o grupo de Jerry e o grupo
bizarro. Frase: "Sorry, we already have our George" (Elaine)
3 - The Deal (2ª temporada - episódio
13)
História: Zapeando a TV, Jerry e Elaine descobrem um
canal pornográfico. Os dois discutem então se é válido arriscar a amizade em
troca de sexo, relembrando os tempos em que namoravam. Melhor cena:
Todo o diálogo "this and that" Frases: "Because this...is very good"
(Jerry) "And
that would be good"
(Elaine) "That
would be good too"
(Jerry) "See,
the idea is to combine this and that. But this cannot be disturbed"
(Jerry) "Yeah,
we just want to take this and...that" (Elaine)
4 - The Soup Nazi (7ª temporada - episódio
6)
História: Jerry, George e Elaine descobrem um restaurante
que vende uma sopa deliciosa, mas para consegui-la você precisa seguir as regras
do excêntrico dono. Melhor Cena: A vingança de Elaine Frase: No
soup for you (Soup Nazi)
5 - The Opposite (5ª temporada - episódio
21)
História: Cansado de sempre se dar mal, George decide
fazer exatamente o contrário de tudo o que normalmente faz na vida. Assim,
arruma uma namorada e um emprego no New York Yankees. Já as coisas para
Elaine começam a dar errado. Cena: A entrevista de emprego nos
Yankees. Frase: "My name is George. I'm an unployeed and I live
with my parents" (George)
É isso aí, macacada. Mais um ano que começa. Quem quiser ver as fotos das duas últimas festas de 2007 (Natal e Ano Novo), é só entrar no fotoblog do Bebê Diabo.
Eu cheguei em frente ao portão Meu cachorro me sorriu latindo Minhas malas coloquei no chão Eu voltei!...
Tudo estava igual Como era antes Quase nada se modificou Acho que só eu mesmo mudei E voltei!...
Eu voltei! Agora prá ficar Porque aqui! Aqui é meu lugar Eu voltei pr'as coisas Que eu deixei Eu voltei!...
Fui abrindo a porta devagar Mas deixei a luz Entrar primeiro Todo meu passado iluminei E entrei!...
Meu retrato ainda na parede Meio amarelado pelo tempo Como a perguntar Por onde andei? E eu falei!...
Onde andei! Não deu para ficar Porque aqui! Aqui é meu lugar Eu voltei! Pr'as coisas que eu deixei Eu voltei!...
Sem saber depois de tanto tempo Se havia alguém a minha espera Passos indecisos caminhei E parei!...
Quando vi que dois braços abertos Me abraçaram como antigamente Tanto quis dizer e não falei E chorei!...
Eu voltei! Agora prá ficar Porque aqui! Aqui é o meu lugar Eu voltei! Pr'as coisas que eu deixei Eu voltei!..
Eu parei em frente ao portão Meu cachorro me sorriu latindo!
(O Portão – Roberto Carlos)
Simmmm. Nasceu o Bebê Diabo em São Paulo. Na verdade, renasceu o Bebê Diabo. Muito obrigado ao Major Tom, mas agora me sinto em casa de novo. 2008 está aí. E nada melhor do que começar o ano no lugar certo.