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    Bebê Diabo


     
     

    Sinal dos tempos

    A gente se dá conta que está ficando velho quando os filmes que marcaram a nossa infância começam a ser refilmados. É o caso de Sexta-Feira 13, que ganha uma nova versão neste ano (com estreia pro dia 13 de fevereiro, uma sexta-feira, é claro). No ano que vem será a vez de Karate Kid, com o Jackie Chan como Mestre Miyagi. Agora só falta um jeito de refilmarem o Curtindo a Vida Adoidado!



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 20h40
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    Bebê Diabo no Fudêncio

    Como disse uns dias atrás, o Bebê Diabo apareceu no Fudêncio. Agora, a MTV disponibilizou o episódio em seu site. Para conferir, é só clicar na foto abaixo. É bem divertido!

     



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 01h33
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    O Ano do Rato

    No final de semana a China comemorou a entrada de um novo ano. Em Pequim, em Xangai ou na Liberdade os chineses fizeram festa para a chegada do Ano do Boi, encerrando mais um ciclo que passou. Um ciclo que, para mim, foi inesquecível.

    Tudo começou em janeiro de 2008, quando o Marmota me convidou para dar uma palestra sobre Jornalismo Esportivo no Comunique-se. Tímido que sou, pensei seriamente em dar balão. Só no último momento é que decidir ir. Uma decisão que, depois, provou-se ser acertadíssima.

    Depois da palestra, bastante interessante, o Marmota me convidou para ir à Liberdade, onde encontraria a Luciana, o Trotta e uma amiga, que estavam comemorando a chegada do Ano do Rato. Nunca poderia imaginar que este encontro mudaria toda a minha vida. E que essa amiga do Marmota se tornaria a mulher da minha vida.

    Gostei da Carla desde o início. Mesmo a gente tendo ido jantar em um dos piores lugares de todos os tempos, o finado (!?) Spettus da Rua dos Pinheiros. Nada que uma passagem na Galeria dos Pães no dia seguinte e no Exquisito! três dias depois não colocassem as coisas no caminho certo.

    A partir daí, foram momentos de extrema alegria, que podem ser vistos aqui, aqui e aqui. Ah, e de quebra, ainda pude comemorar o Ano do Rato in loco na China, na cobertura dos Jogos Olímpicos de Pequim.

    Por isso, mesmo com alguns dias de atraso, eu desejo a todos um feliz ano novo. Brasileiro ou chinês.

     



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 16h55
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    10 Mil

    Este blog acaba de ultrapassar as 10 mil visitas. Só tenho uma coisa a dizer:

    Bela @

    E obrigado pelos peixes!



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 23h16
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    Para um leigo entender (ou não) Lost

    Divulgação/ABC

    Sim, este post é 'inspirado' no histórico post "Para um leigo entender (ou não) Star Wars" do não menos histórico Marmota, publicado originalmente em maio de 2005. Pois bem, não tenho a genialidade do André, mas vou tentar o meu melhor hoje, quando estreia nos EUA a quinta temporada de Lost.

     

    Há muito tempo atrás, numa galáxia distante... (Chega de inspiração!!!!).

     

    Em uma bela tarde de setembro um avião que fazia a rota entre Sydney e Los Angeles caiu em uma paradisíaca ilha no Pacífico. Enquanto esperavam o resgate, os sobreviventes tentavam se conhecer. Entre eles estavam um médico bonitão, uma foragida da polícia, um golpista, uma grávida, um ex-aleijado, um hobbit cantor de rock, um terrorista iraquiano, um casal de chinas e um gordão sortudo. 

     

    Logo eles descobriram que não estavam sozinhos na ilha. Um monstro que come pilotos de avião e um urso polar foram os primeiros habitantes avistados. Em seguida, encontraram uma francesa louca (pleonasmo) que já estava na ilha há 16 anos. 

     

    Enquanto tentavam achar uma saída da ilha, os personagens tinham os seus passados revelados. Problemas com drogas, com a família ou com dinheiro subiam à tona e se refletiam na própria ilha. 

     

    Mas os perigos só estavam começando. A ilha tinha outros moradores, chamados de Os Outros. E um desses Outros se infiltrou no acampamento dos sobreviventes e sequestrou a grávida e o hobbit cantor. No final, os dois conseguiram fugir e o hobbit cantor matou esse Outro infiltrado. 

     

    Sem chance de resgate, os sobreviventes resolveram construir uma balsa. A primeira versão da balsa pegou fogo, mas a segunda foi ao mar. Mas a saída foi impedida por um barco dos Outros. Um Outro barbudo sequestrou um moleque, deu um tiro no golpista e destruiu a balsa.

     

    Enquanto isso, na ilha, o ex-aleijado e um playboyzinho acharam uma escotilha que não abria de jeito nenhum.  O playboyzinho morreu ao cair de um avião que estava pendurado perto da escotilha, que só foi aberta depois de uma grande explosão. 

     

    Dentro da escotilha, tinha um escocês, que chegou à ilha depois de um passeio de barco. Ele ficou três anos digitando um código em um computador (4-8-15-16-23-42, os mesmos números que o gordão usou pra ganhar na loteria). Bom, o escocês foi embora e deixou os sobreviventes apertando o botão. 

     

    O pessoal que estava na balsa conseguiu chegar à praia. No outro lado da ilha eles encontraram sobreviventes da parte de trás do avião. Esta outra turma também teve problemas com os Outros, sendo que apenas cinco sobraram pra contar a história. 

     

    Os dois grupos de sobreviventes acabam se reencontrando, mas isso só acontece depois de uma patricinha (irmã do playboyzinho) morrer. 

     

    O pessoal captura um estranho, que diz ter chegado na ilha de balão. Mas eles vão verificar o cara e descobrem que é um dos Outros. O fulano é feito prisioneiro, mas escapa com a ajuda do pai do moleque que foi sequestrado. Em troca, ele dá um barco pro pai e pro moleque saírem da ilha. 

     

    A fuga do Outro da prisão dos sobreviventes acaba com duas mortes e três reféns: o médico, o golpista e a fugitiva da polícia. Os reféns descobrem que o fulano é uma espécie de líder dos outros. 

     

    No outro lado da ilha, o escocês volta e o ex-aleijado decide quebrar o computador. Dá o maior rebu: o céu fica roxo, a terra treme e as coisas começam a ficar magnéticas. O escocês salva a todos explodindo a escotilha. 

     

    Todo mundo que estava lá dentro sobrevive. Mas o escocês faz uma viagem no tempo e depois descobre que pode prever o futuro. Ele prevê várias vezes a morte do hobbit cantor de rock e faz tudo para salvá-lo. 

     

    Enquanto isso, o golpista e a fugitiva conseguem escapar dos Outros. O médico permanece como refém e salva a vida do líder rival. Em troca, recebe a garantia de sair da ilha. Mas o plano dá errado porque o ex-aleijado explode o submarino que levaria o médico de volta para o continente. 

     

    Sem ter o que fazer com os Outros, o médico volta ao acampamento dos sobreviventes. Lá ele descobre outras mortes, como a do Rodrigo Santoro, que foi enterrado vivo ao lado de uma gostosa por causa de uns diamantes. 

     

    O médico leva para o acampamento uma Outra, que faz jogo duplo. Aí uma paraquedista cai na ilha, e a chance de ir embora aumenta, porque os amigos dela estão em um barco perto da praia. 

     

    Para fazer contato com o barco, o pessoal tem que interromper uma transmissão feita pela francesa. Um grupo vai até uma torre interromper a transmissão, enquanto outro fica no acampamento para matar alguns dos Outros. O hobbit cantor e o escocês vão a uma escotilha aquática para interromper um outro sinal. 

     

    O líder dos Outros descobre o plano e tenta impedir que os sobreviventes entrem em contato com o barco. Ele briga com o médico e é feito de refém novamente. O escocês e o hobbit cantor conseguem desbloquear o sinal da escotilha aquática, mas o hobbit cantor morre afogado. Enquanto isso, a paraquedista consegue entrar em contato com o barco, mas é assassinada pelo ex-aleijado. O líder dos Outros afirma que agora todo mundo vai morrer. 

     

    Quatro amigos da paraquedista (um piloto de helicóptero, um físico, um médium e uma loira estranha), que estavam no barco, conseguem chegar na ilha.  Eles acabam encontrando os sobreviventes, que se dividiram em dois grupos: um liderado pelo médico e outro, pelo ex-aleijado. 

     

    O pessoal que estava no barco, então, revela que o objetivo deles não é resgatar os sobreviventes, e sim levar embora o líder dos Outros. Mas o líder dos Outros já sabia porque tinha um informante dentro do barco, justamente o pai do menino sequestrado.  E é esse cara que inicia o contra-ataque dos sobreviventes, sabotando o barco. 

     

    Mas a tática não dá resultado e um exército de malucos que estava no barco invade a ilha, tocando o puteiro e matando um monte de gente: a francesa, a filha postiça do líder dos Outros e um monte de figurantes. O líder dos Outros consegue fugir e, como última solução, decide mudar a ilha de lugar (ou de espaço no tempo). 

     

    Enquanto isso, os sobreviventes estão indo para o barco porque acham que podem fugir. Mas o barco acaba explodindo, matando um monte de gente, entre eles o china e o pai do menino sequestrado. Algumas pessoas ficaram na ilha e um grupo pequeno, formado pelo médico, a fugitiva, o gordão, o iraquiano, a china, um bebê, o piloto de helicóptero e o escocês, conseguiu fugir. Eles foram resgatados pela namorada do escocês e decidiram mentir para proteger quem tinha ficado na ilha. 

     

    Assim, eles contam uma história que poucas pessoas sobreviveram à queda do avião e que ele fugiram da ilha em uma balsa. O grupo, que ficou famoso, tenta voltar a levar uma vida normal,  mas não consegue esquecer o fasntasma do passado. E o pesadelo piora quando o ex-aleijado sai da ilha e aparece morto na cidade. Na funerária, o médico encontra o líder dos Outros, que saiu da ilha depois de movê-la no espaço e/ou tempo. E ouve uma revelação bombástica: todo mundo tem que voltar para a ilha.  

     

    Publicado originalmente em 31/01/2008



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 22h25
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    Free Tibet!



    2009 começa com uma pergunta no ar: e o Tibete? Um dos assuntos mais comentados/discutidos/analisados/pitacados do ano passado simplesmente caiu no esquecimento. Ou a questão foi resolvida ou todos aqueles que mostravam os dentes contra a China imperialista não se importam mais. 

    Acho que esse é um dos maiores problemas da sociedade (blogosfera?) brasileira: os salvadores de mundo de butique. Ontem era o Tibete. Hoje, a Palestina ou a dura vida dos ciclistas nas grandes cidades brasileiras. Amanhã, uma nova Isabella ou a Albânia, quem sabe. 

    Mas o roteiro é sempre igual: aparecem de novo os mesmos especialistas, com as mesmas ideias, com a mesma discussão sem fundamento. Arautos do conhecimento que no fundo sabem apenas surfar a onda do momento. E o distinto público, bovino, aplaude com entusiasmo. 

    É claro que existem as exceções, mas a impressão que dá é que quem de fato se importa fica gritando ao vento enquanto a praga se alastra em progressão geométrica. Uma pena, pois as coisas entram num círculo vicioso sem fim. Que no fundo mostra como nosso país 'do futuro' caminha.

    Então, para não esquecer do passado, vamos voltar a dizer: "Free Tibet!".

    (Foto: Flickr richdrogpa)



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 14h38
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    La vita è adesso

    As boas coisas da vida aparecem assim, do nada. São gestos, palavras, beijos, abraços, sorrisos. E tudo incrivelmente muda. Tudo passa a fazer sentido. Em cores e ao vivo, um espetáculo para o distinto público.

    As boas coisas da vida acontecem num sábado à noite, depois de um dia cansativo de trabalho cansativo. E num instante uma corrida desembestada para o outro lado da cidade passa a ser a única coisa que importa. Cada minuto conta. E conta mesmo, neste oceano de saudade irracional.

    As boas coisas da vida nos transformam. E a vontade imensa de transformar dois em um brota do fundo do peito e se concretiza, mesmo que seja por pouco tempo (mas na verdade é pra sempre).  

    As boas coisas da vida lavam a alma. Literalmente. E a chuva é a bênção necessária para limpar os problemas e as preocupações. Felicidade em estado bruto, para a inveja de quem fica encolhido sob as marquises.

    As boas coisas da vida chegam no tempo certo. E Deus ilumine aqueles que conseguem enxergar isso. Porque, acima de tudo, a vida é agora.

     



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 01h33
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