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    Bebê Diabo


     
     

    Vendo a Nenê sair


    Foto: Flickr/Cltn

    Todo ano, no fim do Carnaval, é a mesma história. Eu viro pra minha irmã –ou vice-versa- e digo: “Vamos desfilar na Nenê no ano que vem?”. E todo ano a ideia não é levada à frente.

     

    Confesso que já fui mais fã de Carnaval, daqueles de passar a madruga vendo os desfiles na TV e de ficar anotando a apuração num caderninho, na época em que não tinha acompanhamento online (também fazia isso para o Oscar e o Troféu Imprensa, mas essa é uma outra história).

     

    Mas nos últimos anos me afastei do assunto. Em 2009, não vi quase nada. Só vi o finzinho do desfile da Nenê porque a TV estava ligada enquanto eu tomava o café da manhã antes de ir trabalhar no sábado.

     

    Pé-quente eu fui. A Nenê, com 60 anos de tradição, foi rebaixada para a segunda divisão do Carnaval paulistano. Logo quando fazia uma homenagem ao seu Nenê, fundador da escola, que eu conheci no já distante ano de 1995 quando fui comprar o ingresso para ver a Gaviões ser campeã pela primeira vez com o inesquecível desfile “Coisa Boa é Pra Sempre”.

     

    Não vou dizer que eu fiquei triste, mas preferia que ela não tivesse caído. Espero que a “comunidade” (eita palavrinha que é abusada no Carnaval) se una com o espírito de Eu Nunca Vou Te Abandonar e coloque a escola de volta à elite.

     

    Mesmo assim, a ideia de desfilar na Nenê no ano que vem ainda está de pé. É claro que seria mais fácil sair na Vai-Vai, já que a quadra é do lado de casa, mas lembrar as origens também é bom. Alguém topa?



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 00h12
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    Listas - 5 filmes esquecidos

    Os filmes abaixo marcaram, de uma forma ou de outra, a minha infância. E eles nunca mais passaram na TV.

    1 - Guerreiros

    Título original: The Warriors
    Ano de lançamento: 1979
    Diretor: Walter Hill
    Sinopse: Pequena gangue é acusada de matar um grande líder marginal. Agora, eles têm que enfrentar a fúria de outras gangues durante a madrugada no perigoso caminho de volta para casa.

     

    2 - Pague para Entrar,  Reze para Sair

    Título original: The Funhouse
    Ano de lançamento: 1981
    Diretor: Tobe Hooper
    Sinopse: Grupo de adolescentes decide passar a noite em um parque de diversões e precisa enfrentar uma família maluca para sobreviver

     

    3 - Namorada de Aluguel

    Título original: Can't Buy My Love
    Ano de Lançamento: 1987
    Diretor: Steve Rash
    Sinopse: Nerd paga para a gostosa da escola fingir que é namorada dele. Aos poucos, os dois vão descobrindo que tem muito mais coisas em comum do que pensam.

     

    4 - O Homem-Cobra 

    Título original: Sssssss
    Ano de lançamento: 1973
    Diretor: Bernard L. Kowalski
    Sinopse: Estudante é cobaia de um experimento científico e aos poucos vai se transformando em uma cobra

     

    5 - A Noite das Brincadeiras Mortais

    Título original: April Fool's Day
    Ano de lançamento: 1986
    Diretor: Fred Walton
    Sinopse: Grupo de estudantes vai passar o dia 1º de abril em uma mansão afastada da cidade. Um a um eles começam a ser assassinados.



    Categoria: Listas
    Escrito por Lello Lopes às 13h18
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    Memórias

    Hoje estou saudosista. Então vou lembrar de algumas coisas. Eu já...

    ... acompanhei meus pais em compras perdulárias em Ciudad del Este
    ... discuti com um milico em Santo Domingo
    ... bebi tequila em uma balada nas Paraolimpíadas de Atenas
    ... comi polvo à beira do Douro no Porto
    ... vi Portugal meter 7 a 1 na Rússia no José Alvalade em Lisboa
    ... vomitei em Madri
    ... peguei metrô com vampiros em Barcelona
    ... assisti a Lost in Translation em um cinema vazio em Paris
    ... andei de ferry boat em Veneza
    ... fiquei bravo com a grosseria dos italianos em Roma
    ... enfrentei fila para entrar no Vaticano
    ... esqueci da vida em uma tarde de sol em Polignano a Mare
    ... tomei sorvete em Bari
    ... peguei carona em Caracas
    ... almocei sozinho no Bistrot Romain em Paris
    ... vi o Brasil ganhar a Liga Mundial de vôlei em Belgrado
    ... fiquei de bode de Viena
    ... entrei sem querer em um coffee shop de Amsterdã
    ... toquei no que sobrou do muro de Berlim
    ... vi um artista de rua em uma noite fria de Munique
    ... visitei o estádio La Bombonera em Buenos Aires
    ... esperei oito horas em uma conexão no aeroporto de Londres
    ... fui a um pub em Kobe na noite de Halloween
    ... fiquei triste ao ver o Brasil perder a final do Mundial feminino de vôlei em Osaka
    ... peguei ônibus em Fukuoka
    ... chorei no museu da bomba atômica de Hiroshima
    ... passeei no bairro de eletrônicos em Tóquio
    ... vi uma briga de garrafas em Amsterdã
    ... fui a uma balada em Copenhague
    ... conheci a amiga do Pelé em Estocolmo
    ... fui furtado em Atenas
    ... comi o monstro do mousse em Paris
    ... participei de uma festa de encerramento de curso em Colônia
    ... visitei com a mulher da minha vida as cataratas em Puerto Iguazú
    ... cobri os Jogos Olímpicos de Pequim
    ... comi joelho e porco e tomei meio litro de cerveja em Frankfurt

    Está bom, mas eu quero mais. Muito mais.



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 13h24
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    Why So Serious?



    No fundo, todo mundo vai ver o Oscar por causa disso.



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 21h27
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    A Justiça desabou

    Era época de Carnaval no Rio de Janeiro. Mas naquele 1998, os tamborins e as passistas da Beija-Flor dividiram a atenção com uma tragédia: o desabamento de um prédio de classe média na Zona Sul carioca.

     

    No dia 22 completam 11 anos da queda do Palace 2. Oito pessoas morreram. Cento e vinte famílias ficaram desabrigadas. Até hoje os culpados não foram definitivamente punidos. E nunca mais serão.

     

    O ex-deputado federal e empresário Sergio Naya, dono da construtora que levantou o prédio, foi encontrado morto nesta sexta-feira em um hotel da Bahia. Infarto, dizem os médicos. Ele estava livre, leve e solto, participando de reuniões de negócios. Pretendia construir um shopping em Ilhéus.

     

    Depois da tragédia, começou uma tentativa de caça às bruxas contra Naya, mas sem grande sucesso. Ele perdeu o mandato de deputado, é verdade, mas foi absolvido do processo que o considerava culpado pelo desabamento. Mesmo os peritos tendo encontrado falhas grotescas no projeto do prédio, além da utilização de areia de praia e plástico na construção.

     

    Fosse o Brasil um país sério, Naya teria ficado preso por um bom tempo. O ex-deputado, entretanto, ficou apenas quatro meses na cadeia. Além disso, até hoje as famílias lutam pela indenização. Segundo “O Globo”, 110 famílias receberam entre 15% e 20% da indenização determinada, enquanto outras dez não ganharam nada e até hoje moram em hotéis.

     

    Morreu o Sérgio Naya. Livre, numa praia da Bahia. Ao lado de PC Farias, Pimenta Neves, Nicolau dos Santos Neto e tantos outros ele mostrou que crimes e desmandos compensam no Brasil. E provou que a Justiça desaba como um castelinho de areia. Por isso somos o eterno 'país do futuro'.



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 21h43
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    Miniconto de Carnaval

    A esperança caiu do galho, deu dois suspiros e depois morreu.

     

    P.S. A ideia de escrever minicontos me agrada desde que li esta matéria na Ilustrada. O conceito básico é escrever um conto com menos de 50 letras (pontuação e espaços não contam). O primeiro, e meu favorito, é este:


    Fragmentos

    Não sabendo que era impossível, foi lá e não conseguiu fazer.


    Pode parecer bobo, mas é uma das coisas que mais me deixaram feliz em ter escrito. Indica muito sobre o que eu chamo de Síndrome de George Constanza.



    Categoria: Contos
    Escrito por Lello Lopes às 00h17
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    Na Sexta-Feira 13, Lello assombra os rivais e conquista o tetra do WPFC

    Lello Lopes
    Em São Paulo

    Foi uma noite de terror. Para os adversários de Lello Lopes, é claro. Em mais uma atuação fantástica, o Boina derrotou os rivais e conquistou nessa Sexta-Feira 13 o tetracampeonato do World Poker Fifa Championship. Agora, Lello fica a apenas uma vitória de tomar a posse definitiva do Troféu Agepê.

    A disputa realizada no mítico Monumental da Pompéia já é considerada a maior de todos os tempos. Afinal, o título só foi definido nas últimas rodadas, em um alucinante ‘totally wild' de dez fichas.

    "Nunca vi algo desse tipo. Até 3h15 da manhã todo mundo ainda estava na mesa, com chance de título. Consegui duas boas mãos que me garantiram a vitória. É uma emoção muito grande", afirmou o tetracampeão Lello Lopes.

    Completaram o pódio da etapa de Sexta-Feira 13 dois azarões. Sharpen Rodriguez e Roque Santa Cruz. "Mais uma rodada eu ganhava", lamentou Sharpen, aos prantos. "Foi por pouco", choramingou Roque. Leo Mansell, Pedro Marques, Rodrigo Flores e Pedro Cirne também tiveram boas participações.

    O ponto negativo da noite foi a ausência de Daniel Pinheirão, campeão da edição passada. Como já está se tornando uma tradição, o detentor do título deu uma desculpa esfarrapada e não compareceu. Pior: de maneira mesquinha, não entregou o troféu para a disputa.

    Mesmo assim, a animação tomou conta do Monumental da Pompéia. A rodada começou com seis participantes: Lello, Sharpen, Roque, Leo, Cirne e Flores. Marques chegou logo depois, com o seu já tradicional Pisco e uma trilha sonora fantástica, a base de marchinhas de Carnaval.

    O início da disputa foi equilibrado, com Pedro Marques e Leo Mansell largando na frente, seguidos de Lello e Flores. Cirne administrava suas fichas, enquanto Roque e Sharpen tentavam se manter vivos.

    A primeira grande jogada foi uma quadra de damas em cima de um full hand de Sharpen. O resultado acabou com as finanças do santista, e ele logo teve que comprar outro cacife.

    Enquanto isso, Lello aos poucos foi aumentando o seu rendimento, entrando na briga pelo título com Leo e Maques. Cirne, Flores e Roque, em queda, precisaram comprar um cacife antes do ‘totally wild'.

    Às 3h da manhã, o que todos esperavam aconteceu. Na virada da carta para decidir um novo pingo, Cirne baixou na mesa um dez. Assim, cada rodada teria no mínimo dez fichas de cada jogador. Um PIB de país africano só de blind. Impressionante.

    Dava para sentir no ar a adrenalina. O suor escorria do rosto dos participantes. O mundo parou para ver a movimentação naquela sala muquifenta. E, pela primeira vez em cinco anos de disputa, alguém ligou para reclamar do barulho.

    Alheios a tudo isso, os participantes foram ousados nas rodadas finais. Roque e Sharpen ganharam boas mãos e recuperaram o cacife perdido nas primeiras horas da noite. Já Lello, que chegou ao ‘tottaly wild' na liderança, recebeu cartas ruins (por três vezes seguidas jogou com um 4 e 8) e viu o seu lucro se esvair.

    Cirne foi o primeiro eliminado, seguido pelo seu xará Marques. Aí a sorte começou a virar para Lello. Primeiro, ele tirou o couro de Flores, com um Às no river. Depois, amealhou os pingos deixados na mesa. Com uma terceira rodada vitoriosa, o Boina reassumiu a liderança.

    Faltando dez minutos para o término do embate, Flores deixou a disputa. O título seria decidido por Lello, Leo, Sharpen e Roque. Seguro de suas cartas, Lello administrou a ficha, enquanto Sharpen e Roque apostavam como vacas loucas.

    Na última rodada, Roque deu um all in cego. Com um par de Ás, Lello desistiu de ir. Sem ter muito a perder, Leo pagou as quase 30 fichas. Um flush garantiu a vitória de Roque e o título incontestável de Lello.

    "Tenho que admitir, seria injusto se o Lello não ganhasse", disse Flores, com a sabedoria de um tricampeão mundial de pôquer. "Só tenho uma coisa a dizer: ‘mais uma vez não vejo ninguém na minha frente'", completou Lello, o maior campeão de todos os tempos, para o horror de seus adversários.

    ATUAÇÕES
    Lello Lopes: O Iluminado
    Com a precisão de um machado na porta, destruiu todos os adversários. É considerado o melhor de todos os tempos. Um clássico. Genial.

    Sharpen Rodrigues: A Hora do Pesadelo
    Nos sonhos, ele se chama o maioral. Só nos sonhos, porque quando a situação acontece na vida real acaba levando ferro. E as seqüências só o deixam mais ridículo.

    Roque Santa Cruz: O Chamado
    Assustou muita gente quando surgiu. De forma inesperada, conseguiu sucesso. Duas vezes. Mas sua fórmula vitoriosa acabou, e agora vive dos louros do passado.

    Leo Mansell: O Grito
    Pintou como novidade, mas é apenas uma reciclagem de velhos clichês. Às vezes, no grito, consegue assustar os adversários, mas o terror nunca se concretiza para um final feliz.

    Rodrigo Flores: O Exorcista
    Também é um clássico. Mas não mete medo nas pessoas há muito tempo. Na Sexta-Feira 13 não foi diferente: não assustou ninguém.

    Pedro Marques: Death Proof
    Tem a grande vantagem de não se levar a sério, de se divertir no jogo. Às vezes acerta em cheio, outras erra a mão facilmente. Destaca-se, sobretudo, pela trilha sonora.

    Pedro Cirne: Piscose
    O anfitrião mais assustador de todos, mesmo porque é o único anfitrião que se tem notícia. Fez sucesso há muito tempo, quando não valia nada. Tem como marca o pão de glúten, tão medonho quanto uma facada no banho.

    Daniel Pinheirão: Anjos da Noite
    É tosco, confuso, incompreendido. Fez sucesso num passado recente, mas logo cairá no esquecimento.

    Madu Madureira: Pânico
    Tentou menosprezar o gênero, dizendo que o Mundial não valia para nada, mas no final queria apenas fazer uma homenagem.

    Haroldo Seraza: Plano 9 do Espaço Sideral
    O nome até é conhecido, mas ninguém viu.



    Categoria: Esportes
    Escrito por Lello Lopes às 02h16
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    O Diabo é Careta

    Aqui vai uma singela homenagem à Sexta-Feira 13: Seu Madruga cantando "O Diabo é Careta", do Ventania

    Para quem quiser acompanhar, segue a letra:

    Viajando, viajando
    No brilho desta morena amanheci no verão
    Cada vez mais descacetado da cabeça
    Maldita flor da trombeta me pirou de vez
    E me levou para o inferno sem minha lucidez
    Fui perguntar pro Diabo se ele fumava um
    Fiz da canoa uma seda e eu não me toquei
    Foi quando ele respondeu: “Muito obrigado, amigo,
    mas eu sou careta”!

    Ai meu Deus o diabo é careta
    Te denuncio pra galera seu capeta
    Toma este chá de cogumelos com trombeta
    Se não arranco esse seu rabo seu careta
    Se não arranco esse seu rabooo....
    Seu careta...

    Viajandooo, viajandooo,
    No brilho desta morena amanheci no verão
    Cada vez mais descacetado da cabeça
    Maldita flor da trombeta me pirou de vez
    E me levou para o inferno sem minha lucidez

    Viajandoooo, viajandoooo!!!

    P.S.: Tenho essa música no meu Ipod, graças à Trilha Sonora de Taça Elaine Foster 2 (cortezia de Luiz 'El Loco' Fagundes) 



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 00h07
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    Casório de Pedro e Sá

    Esse foi um final de semana diferente. De folga, brinquei de ser webmaster, fazendo o site do casamento da minha irmã com o Pedro.  Foi bem divertido. E serviu de teste para o site do meu casamento.



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 17h15
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    Nu com a mão no bolso

    Uns caras da Nova Zelândia instituíram que o dia 6 de fevereiro é o Dia Mundial do Nudismo. Para isso, criaram um concurso, que premiará o melhor vídeo de gente pelada. O ganhador levará para casa US$ 10 mil em barras de ouro (porque vale mais que dinheiro, como já nos ensinou o seu Silvio).

     

    Para participar, o sujeito tem que preencher um cadastro e fazer um upload de um vídeo. Simples. O que faz o site ser recheado de situações toscas, muito toscas.

     

    A maioria dos vídeos é de neozelandeses (ah, a Terra Média). Por enquanto, não há nenhum registro do Brasil. Alguém se habilita?

     

    A história eu vi originalmente na Sexpedia.



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 22h43
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    Tempo gasto em um jogo de futebol

    A ideia de criar gráficos foi inspirada neste post do Capinaremos. É fácil e divertido. Basta acessar o GraphJam e colocar a cachola para funcionar.



    Categoria: Esportes
    Escrito por Lello Lopes às 20h18
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    Pittsburgh!!!

    Ontem foi disputado o Super Bowl, o evento mais importante do calendário esportivo dos Estados Unidos. E o Pittsburgh Steelers, uma das equipes que participaram da partida, tem um significado curioso para mim, lembrando uma viagem bastante perdulária acontecida três anos atrás.

     

    Bom, no final de 2005 estava eu sem planos para as férias quando recebo um convite do André: um encontrão na Europa após ele concluir um curso na Deutsche Welle. O roteiro, de apenas dez dias, incluía Amsterdã, Berlim e Munique.

     

    Financeiramente uma viagem de dez dias para a Europa é quase um desperdício. Mas, animado com o sucesso de Perdidos na Europa, resolvi repetir a dose, sem pensar. E não me arrependi.

     

    Pois bem, a primeira parada foi em Amsterdã. Eu cheguei diretamente na cidade e fiquei algumas horas esperando o André, que vinha da Alemanha. Sem contar o fato que entrei num Coffee Shop sem saber o que era, tudo correu normalmente.

     

    Na nossa segunda noite na cidade, resolvemos apreciar uma das especialidades de Amsterdã: a panqueca. Para isso, escolhemos um bar de esportes numa praça bem movimentada no centro, perto de onde estávamos hospedados.

     

    Como todo bar de esporte que se preze, o lugar era cheio, barulhento, com um monte de TVs ligadas e atendentes simpáticas. Enquanto a maioria dos televisores estava ligada no futebol americano, eu e o André tentávamos ver um jogo do Barcelona.

     

    Eis que surge então um americano estilo jovem-universitário-de-filme-de-terror. Ele chega perto dos amigos e grita: PITTSBURGH!!!! Claro que chamou a nossa atenção e virou motivo de chacota para o resto da viagem (mais de uma vez um virou para o outro e gritou Pittsburgh só de gozação).

     

    E olha que nem era um jogo do Pittsburgh que estava passando na TV, como quase dá para ver na foto. Os caras estavam assistindo a um jogo do Seattle, e o rapaz só gritou Pittsburgh porque apareceu na tela o placar com a vitória de seu time contra o Green Bay por 20 a 10 (thanks, São Google).

     

     

    No final das contas, o melhor do esporte naquele dia não passou na TV holandesa. Foi a vitória de 7 a 1 do Corinthians sobre o Santos no Pacaembu, resultado que ouvi incrédulo em uma ligação para a minha irmã. Os gols daquele jogo eu vi no dia seguinte, fraudando a internet do aeroporto de Berlim (mas essa é uma outra história).

     

    Eu voltei a me interessar por futebol americano no ano passado, quando o New York Giants quebrou a pose do New England Patriots e faturou o Super Bowl 42. Graças a essa vitória, conquistada com uma atuação fantástica do quarterback Eli Manning, posso dizer que hoje sou um fã dos Giants.

     

    Mesmo assim, confesso que torci para os Steelers no jogo contra o Arizona Cardinals. Só para poder gritar PITTSBURGH novamente!!!!

     

    Obs:  Assim como na temporada 2005/2006, o Pittsburgh Steelers também ganhou o Super Bowl. Na ocasião a vitória foi de 21 a 10 sobre o Seattle Seahawks. Ontem, o Pittsburgh, time do coração do presidente Barack Obama, ganhou do Arizona Cardinals por 27 a 23, em uma decisão emocionante que me deixou grudado na frente da TV até 1h30 da manhã.

     



    Categoria: Esportes
    Escrito por Lello Lopes às 19h24
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