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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, French
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    Bebê Diabo


     
     

    Herói


    (Via HeroMachine)



    Categoria: Entretenimento
    Escrito por Lello Lopes às 01h34
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    Por que rolamos atrás do queijo?

     

    Hoje foi realizada em Gloucestershire, no País de Gales, mais uma edição da tradicional Rolagem Anual do Queijo. A competição consiste em jogar ladeira abaixo um queijo de uns 2,5 kg do tipo chedar, que é perseguido avidamente por dezenas de pessoas. Ganha quem chegar vivo ao pé da montanha primeiro. O prêmio: o próprio queijo, oras.

    O evento acontece há muito tempo. Há documentos provando que o queijo já era rolado no século 19. Historiadores acreditam que a tradição é muito mais antiga, iniciando até com os primeiros bretões que habitaram a região.

    Fica então a pergunta: por que rolamos atrás do queijo? O que leva uma pessoa a passar um ridículo desses, a correr o risco de sofrer uma séria contusão (só por curiosidade, em 1998 a polícia impediu o evento porque no ano anterior 33 pessoas se machucaram)?.

    Acho que em primeiro lugar vem a sensação de liberdade. Poucas coisas devem ser tão libertadoras quando disparar ladeira abaixo, sentindo o vento gelado na cara. Mesmo sabendo que a queda é inevitável. É quase como se fosse uma volta à infância, onde o prazer é sempre infinitamente maior que os riscos.

    Também tem a ver com a aceitação de um grupo. Afinal, não é todo mundo que pode dizer por aí que já rolou atrás de um queijo. É uma sociedade fechada, onde os membros são cúmplices de um mundo à parte.

    E, para a cidadezinha, tem a honra de manter uma tradição. Mesmo em tempos de crise, como no racionamento de comida após a Segunda Guerra, quando o queijo foi substituído por uma roda de madeira.

    Ou, no fundo, rolamos atrás do queijo porque é divertido.

    P.S.: O campeonato tem um site oficial, com detalhes sobre a disputa. Em uma das provas, um brasileiro ficou em terceiro lugar, ganhando a bagatela de 5 libras. Tem até uma comunidade no Orkut para tratar da rolagem do queijo. E quem quiser ver mais fotos, visite o álbum feito pelo UOL Esporte.

     



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 23h29
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    Dia do Orgulho Nerd

    Nesta segunda-feira comemora-se o "Dia do Orgulho Nerd". Então, para todos que se identificam com a causa, uma vida longa e próspera.



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 20h20
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    Miniconto: A noite

    Um brilho na noite. Um tiro. E a escuridão total.



    Categoria: Contos
    Escrito por Lello Lopes às 20h38
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    Três situações que deveriam mandar gente para prisão

    1 - Parar em cima da faixa de pedestres

    2 - Ficar parado bem na porta de saída do ônibus

    3 - Jogar lixo na rua

    Pessoas que fazem isso não sabem/merecem conviver em sociedade



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 19h34
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    Nasceu o Diabo em São Paulo


    "Durante um parto incrivelmente fantástico e cheio de mistérios, correria pânico por parte de enfermeiros e médicos, uma senhora deu a luz num hospital de São Bernardo do Campo, a uma estranha criatura, com aparência sobrenaturais, que tem todas as características do Diabo, em carne e osso. O bebêzinho, que já nasceu falando e ameaçou sua mãe de morte, tem o corpo totalmente cheio de pelos, dois chifres pontiagudos na cabeça e um rabo de aproximadamente cinco centímetros, além do olhar feroz, que causa medo e arrepios."

    Começava assim, extamente 34 anos atrás, uma das maiores lendas do jornalismo brasileiro. Nascia o Bebê Diabo, criação do saudoso jornal Notícias Populares, que até hoje é sinônimo de sensacionalismo.

    A história foi criada num plantão de final de semana. Sem nenhuma notícia que prestasse para manchetar, o editor resolveu dar destaque ao nascimento de uma criança com deformidades. É claro que o encanto do NP estava no molho em que tratava este tipo de assunto. E o molho foi dado pelo repórter Waldemar de Paula, que escreveu a "matéria".

    O resultado foi o maior sucesso comercial da história do NP. Quando o jornal circulou, naquele domingo 11 de maio, a história já estava esquecida na redação. Entretanto, o encalhe inédito de apenas oito exemplares nas duas mil bancas da Grande São Paulo fez com que os editores resolvessem prosseguir com a história.

    No dia seguinte, o NP soltou outra manchete sobre o assunto: Bebê-Diabo desaparece. Mais uma vez a procura foi enorme. E os leitores chegaram a procurar o jornal para dar pistas sobre o paradeiro do tinhosinho.

    A história permaneceu na capa do jornal por 27 dias, sendo 16 deles na manchete. Até mesmo o Zé do Caixão entrou no rolo, quando o filho do coisa ruim acabou indo parar no Nordeste!

    Mas como toda farsa tem o seu fim, a do Bebê Diabo também acabou. Os leitores passaram a se desinteressar pelo caso e o jornal voltou ao patamar inicial de vendagem. Assim, como surgiu, o demozinho sumiu sem deixar vestígios.

    De qualquer forma, a marca que o Bebê Diabo deixou ficou impregnada no NP até a morte do jornal, em 19 de janeiro 2001. Aliás, uma das minhas frustrações foi não ter trabalhado lá. E quem quiser saber mais sobre este que, sem dúvida, foi um dos jornais mais charmosos de São Paulo, pode se deliciar com o fabuloso livro "Nada mais que a verdade - A extraordinária história do jornal Notícias Populares", dos jornalistas Celso de Campos Jr., Denis Moreira, Giancarlo Lepiani e Maik Rene Lima.

    P.S. Texto originalmente publicado no dia 10/05/2004



    Categoria: Cotidiano
    Escrito por Lello Lopes às 11h58
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    O Coringão voltou!

    Nike/Divulgação

    O Coringão voltou! Voltou na expectativa da torcida, nas bandeiras penduradas nos carros, nas camisas alvinegras e roxas exibidas com orgulho, nos olhares cúmplices nas ruas. Voltou na massa que enfrenta fila e empurra-empurra, no bando de loucos que faz festa na favela, na fé inabalável das arquibancadas.

     

     O Coringão voltou no sofrimento e no show, mesmo que não tenha tido nem um, nem outro no domingo. Voltou na raça, na entrega, na vontade, como tem feito nos últimos 99 anos. Voltou invencível.

     

     O Coringão voltou com um sotaque gaúcho no banco e outro carioca em campo, mas com uma cara paulistana cheia de dentes no diminutivo. O Coringão voltou em Andrés, em Cristians, em Diegos, em Jorges e em Williams. O Coringão voltou em Fenômeno.

     

     O Coringão voltou em casa, acolhedor. Voltou em energia pura, sem nunca parar de lutar. Voltou altaneiro em chuva de papel picado e fogo.

     

     O Coringão, definitivamente, voltou.

    P.S.: Achei excelente a maneira como o Globo Esporte encontrou para contar o jogo. E quem quiser saber mais sobre como foi a partida, leia o relato no UOL Esporte.  Ou simplesmente baixe o pôster do campeão.



    Categoria: Esportes
    Escrito por Lello Lopes às 20h57
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