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    The Great Beyond

    I’ve watched the stars fall silent from your eyes.
    Oh the sights that I have seen.
    I can’t believe that I believed,
    I wish that you could see
    There’s a new planet in the solar system.
    There is nothing up my sleeve.

    I’m pushing an elephant up the stairs
    I’m tossing off punchlines that were never there
    Over my shoulder a piano falls,
    Crashing to the ground.

    In all this talk of time, talk is fine.
    But I don’t want to stay around.
    Why can’t we pantomime
    Just close our eyes and sleep sweet dreams
    me and you with wings on our feet?

    I’m pushing an elephant up the stairs
    I’m tossing off punchlines that were never there
    Over my shoulder a piano falls,
    Crashing to the ground.

    I’m breaking through
    I’m bending spoons
    I’m keeping flowers in full bloom
    I’m looking for answers from the great beyond

    I want the hummingbirds, a dancing bear,
    The sweetest dreams of you.
    I’m looking to the stars
    I’m looking to the moon.

    I’m pushing an elephant up the stairs
    I’m tossing off punchlines that were never there
    Over my shoulder a piano falls,
    Crashing to the ground.

    I’m breaking through
    I’m bending spoons
    I’m keeping flowers in full bloom
    I’m looking for answers from the great beyond.

    P.S.: O vídeo é da primeira noite de shows do REM em São Paulo em novembro do ano passado



    Escrito por Lello Lopes às 23h22
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    Herói


    (Via HeroMachine)



    Escrito por Lello Lopes às 01h34
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    BBB9: a vitória do machismo


    Foto: Globo/Divulgação

    Tenho a ideia de criar um blog chamado ‘A Pauta Caiu’, pra usar todas aquelas matérias que são jogadas no lixo depois de um gol no último minuto ou de uma surpresa na partida final. Se ele já existisse, com certeza teria lugar para o post que deveria ocupar esse espaço.

     

    Estava escrevendo justamente sobre a vitória da Priscila no BBB9, que seria a primeira de uma gostosa no reality show, quebrando um histórico que a meu ver é relacionado ao machismo da sociedade brasileira.

     

    As pesquisas indicavam que a jornalista ganharia de lavada, com quase o dobro de votos do segundo colocado. Mas no final das contas quem faturou o milhão foi o Max, com uma vantagem de 0,24 ponto percentual sobre a Priscila.

     

    A questão nem é se o Max merecia ou não o prêmio, ou se existe ou não maracutaia. Acho até que entre os ganhadores de todas as edições do BBB ele é um dos mais carismáticos e cultos (duvido que muitos outros saberiam, por exemplo, que antes do BBB o Pedro Bial era um repórter fodástico, que tinha no currículo a emblemática cobertura da queda do Muro de Berlim).

     

    O problema é que, mais uma vez, o machismo da sociedade brasileira aparece travestido de sabedoria popular. Tenho certeza que a Priscila não ganhou porque é gostosa. Tenho a teoria de que até hoje nenhuma gostosa venceu o BBB por dois motivos: as mulheres eliminam as gostosas por ciúme ou despeito, enquanto os homens as eliminam para vê-las mais rápido na Playboy ou porque elas são apenas objetos de admiração.

     

    As duas únicas gostosas que tinham chegado perto do título eram bem diferentes da Priscila. A Grazi, vice-campeã do BBB5, e a Mariana Felício, segunda colocada no BBB6, conquistaram a simpatia do público por serem recatadas. Perderam para dois estereótipos: o homossexual perseguido, no primeiro caso, e a pobre, no segundo.

     

    Já a Priscila é lasciva. No programa todo abusou da sensualidade, ficando numa linha tênue com o vulgar. E em nenhum momento se escondeu num falso moralismo. Como se dissesse “sou gostosa, e daí? Tem algum problema nisso?”

     

    Ao mesmo tempo, mostrou aquilo que o povo adora ver na TV: fidelidade aos amigos, coragem, perseverança. Isso a levou até a final. Mas no momento decisivo, o fato de ser gostosa pesou contra. Ganhou a única coisa que mulher gostosa ganha neste país: um belo nabo (com o perdão da palavra).

     

    Sorte do Max. Que aproveite bem o milhão conquistado. E para a Priscila resta sempre a solução de ganhar dinheiro expondo o corpo em revistas masculinas ou, se for um pouquinho mais ousada, em filmes de sacanagem. Para a felicidade geral da nação.



    Escrito por Lello Lopes às 00h23
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    Watchmen - Quem vigia os vigilantes?

    “Quem vigia os vigilantes?” A pergunta é válida, sobretudo agora que vivemos em uma sociedade onde todo mundo vigia todo mundo. E se todos se acham no direito de dar pitaco na vida alheia, ficam a um passo de atitudes mais extremas. O totalitarismo é apenas uma questão de oportunidade.

     

    O grande mérito de Watchmen (gibi e filme) é mostrar uma sociedade sem arquétipos. O bem e o mal caminham lado a lado sobre uma linha tênue, se confundindo e fundindo. A ficção então se confunde com a realidade e vice-versa.  E fica claro que o destino do mundo poderia ter sido outro se não fossem meros detalhes.

     

    O filme tem os seus defeitos. É coreografado e longo demais, sendo que em alguns momentos quase chega a ser chato. Mas vale a pena passar três horas no cinema só para perguntar: quem vigia os vigilantes? E quem está no controle?

     

    P.S.: Para uma opinião mais embasada, sugiro ler a matéria escrita pelo Pedro Cirne para a Ilustrada. Ele é um especialista no assunto.

     

    P.S.1. Quem viu o filme e leu o gibi pode se divertir com a paródia abaixo. Quem não leu o gibi ou viu o filme, tome cuidado com spoilers.



    Escrito por Lello Lopes às 19h37
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    Vendo a Nenê sair


    Foto: Flickr/Cltn

    Todo ano, no fim do Carnaval, é a mesma história. Eu viro pra minha irmã –ou vice-versa- e digo: “Vamos desfilar na Nenê no ano que vem?”. E todo ano a ideia não é levada à frente.

     

    Confesso que já fui mais fã de Carnaval, daqueles de passar a madruga vendo os desfiles na TV e de ficar anotando a apuração num caderninho, na época em que não tinha acompanhamento online (também fazia isso para o Oscar e o Troféu Imprensa, mas essa é uma outra história).

     

    Mas nos últimos anos me afastei do assunto. Em 2009, não vi quase nada. Só vi o finzinho do desfile da Nenê porque a TV estava ligada enquanto eu tomava o café da manhã antes de ir trabalhar no sábado.

     

    Pé-quente eu fui. A Nenê, com 60 anos de tradição, foi rebaixada para a segunda divisão do Carnaval paulistano. Logo quando fazia uma homenagem ao seu Nenê, fundador da escola, que eu conheci no já distante ano de 1995 quando fui comprar o ingresso para ver a Gaviões ser campeã pela primeira vez com o inesquecível desfile “Coisa Boa é Pra Sempre”.

     

    Não vou dizer que eu fiquei triste, mas preferia que ela não tivesse caído. Espero que a “comunidade” (eita palavrinha que é abusada no Carnaval) se una com o espírito de Eu Nunca Vou Te Abandonar e coloque a escola de volta à elite.

     

    Mesmo assim, a ideia de desfilar na Nenê no ano que vem ainda está de pé. É claro que seria mais fácil sair na Vai-Vai, já que a quadra é do lado de casa, mas lembrar as origens também é bom. Alguém topa?



    Escrito por Lello Lopes às 00h12
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    Why So Serious?



    No fundo, todo mundo vai ver o Oscar por causa disso.



    Escrito por Lello Lopes às 21h27
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    Sinal dos tempos

    A gente se dá conta que está ficando velho quando os filmes que marcaram a nossa infância começam a ser refilmados. É o caso de Sexta-Feira 13, que ganha uma nova versão neste ano (com estreia pro dia 13 de fevereiro, uma sexta-feira, é claro). No ano que vem será a vez de Karate Kid, com o Jackie Chan como Mestre Miyagi. Agora só falta um jeito de refilmarem o Curtindo a Vida Adoidado!



    Escrito por Lello Lopes às 20h40
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    Bebê Diabo no Fudêncio

    Como disse uns dias atrás, o Bebê Diabo apareceu no Fudêncio. Agora, a MTV disponibilizou o episódio em seu site. Para conferir, é só clicar na foto abaixo. É bem divertido!

     



    Escrito por Lello Lopes às 01h33
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    Para um leigo entender (ou não) Lost

    Divulgação/ABC

    Sim, este post é 'inspirado' no histórico post "Para um leigo entender (ou não) Star Wars" do não menos histórico Marmota, publicado originalmente em maio de 2005. Pois bem, não tenho a genialidade do André, mas vou tentar o meu melhor hoje, quando estreia nos EUA a quinta temporada de Lost.

     

    Há muito tempo atrás, numa galáxia distante... (Chega de inspiração!!!!).

     

    Em uma bela tarde de setembro um avião que fazia a rota entre Sydney e Los Angeles caiu em uma paradisíaca ilha no Pacífico. Enquanto esperavam o resgate, os sobreviventes tentavam se conhecer. Entre eles estavam um médico bonitão, uma foragida da polícia, um golpista, uma grávida, um ex-aleijado, um hobbit cantor de rock, um terrorista iraquiano, um casal de chinas e um gordão sortudo. 

     

    Logo eles descobriram que não estavam sozinhos na ilha. Um monstro que come pilotos de avião e um urso polar foram os primeiros habitantes avistados. Em seguida, encontraram uma francesa louca (pleonasmo) que já estava na ilha há 16 anos. 

     

    Enquanto tentavam achar uma saída da ilha, os personagens tinham os seus passados revelados. Problemas com drogas, com a família ou com dinheiro subiam à tona e se refletiam na própria ilha. 

     

    Mas os perigos só estavam começando. A ilha tinha outros moradores, chamados de Os Outros. E um desses Outros se infiltrou no acampamento dos sobreviventes e sequestrou a grávida e o hobbit cantor. No final, os dois conseguiram fugir e o hobbit cantor matou esse Outro infiltrado. 

     

    Sem chance de resgate, os sobreviventes resolveram construir uma balsa. A primeira versão da balsa pegou fogo, mas a segunda foi ao mar. Mas a saída foi impedida por um barco dos Outros. Um Outro barbudo sequestrou um moleque, deu um tiro no golpista e destruiu a balsa.

     

    Enquanto isso, na ilha, o ex-aleijado e um playboyzinho acharam uma escotilha que não abria de jeito nenhum.  O playboyzinho morreu ao cair de um avião que estava pendurado perto da escotilha, que só foi aberta depois de uma grande explosão. 

     

    Dentro da escotilha, tinha um escocês, que chegou à ilha depois de um passeio de barco. Ele ficou três anos digitando um código em um computador (4-8-15-16-23-42, os mesmos números que o gordão usou pra ganhar na loteria). Bom, o escocês foi embora e deixou os sobreviventes apertando o botão. 

     

    O pessoal que estava na balsa conseguiu chegar à praia. No outro lado da ilha eles encontraram sobreviventes da parte de trás do avião. Esta outra turma também teve problemas com os Outros, sendo que apenas cinco sobraram pra contar a história. 

     

    Os dois grupos de sobreviventes acabam se reencontrando, mas isso só acontece depois de uma patricinha (irmã do playboyzinho) morrer. 

     

    O pessoal captura um estranho, que diz ter chegado na ilha de balão. Mas eles vão verificar o cara e descobrem que é um dos Outros. O fulano é feito prisioneiro, mas escapa com a ajuda do pai do moleque que foi sequestrado. Em troca, ele dá um barco pro pai e pro moleque saírem da ilha. 

     

    A fuga do Outro da prisão dos sobreviventes acaba com duas mortes e três reféns: o médico, o golpista e a fugitiva da polícia. Os reféns descobrem que o fulano é uma espécie de líder dos outros. 

     

    No outro lado da ilha, o escocês volta e o ex-aleijado decide quebrar o computador. Dá o maior rebu: o céu fica roxo, a terra treme e as coisas começam a ficar magnéticas. O escocês salva a todos explodindo a escotilha. 

     

    Todo mundo que estava lá dentro sobrevive. Mas o escocês faz uma viagem no tempo e depois descobre que pode prever o futuro. Ele prevê várias vezes a morte do hobbit cantor de rock e faz tudo para salvá-lo. 

     

    Enquanto isso, o golpista e a fugitiva conseguem escapar dos Outros. O médico permanece como refém e salva a vida do líder rival. Em troca, recebe a garantia de sair da ilha. Mas o plano dá errado porque o ex-aleijado explode o submarino que levaria o médico de volta para o continente. 

     

    Sem ter o que fazer com os Outros, o médico volta ao acampamento dos sobreviventes. Lá ele descobre outras mortes, como a do Rodrigo Santoro, que foi enterrado vivo ao lado de uma gostosa por causa de uns diamantes. 

     

    O médico leva para o acampamento uma Outra, que faz jogo duplo. Aí uma paraquedista cai na ilha, e a chance de ir embora aumenta, porque os amigos dela estão em um barco perto da praia. 

     

    Para fazer contato com o barco, o pessoal tem que interromper uma transmissão feita pela francesa. Um grupo vai até uma torre interromper a transmissão, enquanto outro fica no acampamento para matar alguns dos Outros. O hobbit cantor e o escocês vão a uma escotilha aquática para interromper um outro sinal. 

     

    O líder dos Outros descobre o plano e tenta impedir que os sobreviventes entrem em contato com o barco. Ele briga com o médico e é feito de refém novamente. O escocês e o hobbit cantor conseguem desbloquear o sinal da escotilha aquática, mas o hobbit cantor morre afogado. Enquanto isso, a paraquedista consegue entrar em contato com o barco, mas é assassinada pelo ex-aleijado. O líder dos Outros afirma que agora todo mundo vai morrer. 

     

    Quatro amigos da paraquedista (um piloto de helicóptero, um físico, um médium e uma loira estranha), que estavam no barco, conseguem chegar na ilha.  Eles acabam encontrando os sobreviventes, que se dividiram em dois grupos: um liderado pelo médico e outro, pelo ex-aleijado. 

     

    O pessoal que estava no barco, então, revela que o objetivo deles não é resgatar os sobreviventes, e sim levar embora o líder dos Outros. Mas o líder dos Outros já sabia porque tinha um informante dentro do barco, justamente o pai do menino sequestrado.  E é esse cara que inicia o contra-ataque dos sobreviventes, sabotando o barco. 

     

    Mas a tática não dá resultado e um exército de malucos que estava no barco invade a ilha, tocando o puteiro e matando um monte de gente: a francesa, a filha postiça do líder dos Outros e um monte de figurantes. O líder dos Outros consegue fugir e, como última solução, decide mudar a ilha de lugar (ou de espaço no tempo). 

     

    Enquanto isso, os sobreviventes estão indo para o barco porque acham que podem fugir. Mas o barco acaba explodindo, matando um monte de gente, entre eles o china e o pai do menino sequestrado. Algumas pessoas ficaram na ilha e um grupo pequeno, formado pelo médico, a fugitiva, o gordão, o iraquiano, a china, um bebê, o piloto de helicóptero e o escocês, conseguiu fugir. Eles foram resgatados pela namorada do escocês e decidiram mentir para proteger quem tinha ficado na ilha. 

     

    Assim, eles contam uma história que poucas pessoas sobreviveram à queda do avião e que ele fugiram da ilha em uma balsa. O grupo, que ficou famoso, tenta voltar a levar uma vida normal,  mas não consegue esquecer o fasntasma do passado. E o pesadelo piora quando o ex-aleijado sai da ilha e aparece morto na cidade. Na funerária, o médico encontra o líder dos Outros, que saiu da ilha depois de movê-la no espaço e/ou tempo. E ouve uma revelação bombástica: todo mundo tem que voltar para a ilha.  

     

    Publicado originalmente em 31/01/2008



    Escrito por Lello Lopes às 22h25
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    Famoso

    O Bebê Diabo acaba de fazer uma participação especial no Fudêncio e Seus Amigos, da MTV. É duro ser famoso.



    Escrito por Lello Lopes às 00h23
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    O Nevoeiro


    Depois da temporada na China, encontrei um tempinho para ir ao cinema. A escolha, fácil, foi um filme baseado em um conto do Stephen King. O Nevoeiro (The Mist) é uma das melhores histórias que o 'mestre do terror' escreveu. O argumento simples é envolvente. Uma tempestade leva a uma cidadezinha norte-americana um estanho nevoeiro, que esconde terríveis criaturas. Um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado, decidindo quais os próximos passos a tomar. Assim, amizades são feitas e os instintos básicos de sobrevivência colocados à prova. No conto, o que mais me marcou foi o final. E o filme acaba de uma maneira ainda mais implacável, fato raro em se tratando de Stephen King (vide o exemplo de O Aprendiz). Mas o diretor, Frank Darabont, é quase um setorista do autor, já que levou às telas Um Sonho de Liberdade e À Espera de um Milagre.



    Escrito por Lello Lopes às 13h29
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    Blip.FM

    O que eu tenho feito (e ouvido) nas últimas semanas. Você já entrou nessa?



    Escrito por Lello Lopes às 01h24
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    O Senhor dos Sonhos



    Hoje (ou ontem) eu li que o Neil Gaiman vem para o Brasil participar da sexta edição da Flip (Festa Literária Internacional de Parati), entre os dias 2 e 6 de julho.  Se tem um evento que eu gostaria de ver, é esse. O cara é fera. Para quem não manja nada de gibi, ele criou uma das melhores -e mais premiadas- séries de todos os tempos: Sandman. Além disso, escreveu vários livros, entre eles o sensacional Coraline, que vai virar filme esse ano. Bom, o Pedro, que é o especialista no assunto, pode falar mais respeito. Da minha parte, só fica o conselho: se puder, não perca.

    PS.: Na foto, o Sandman (também conhecido como Sonho, Morpheus e outros nomes) está ao lado de sua irmã mais velha, Morte. É o final da primeira saga da série, Prelúdios & Noturno, em uma excelente história chamada "O Som de Suas Asas".

    PPS.: "Sonhos não fazem promessas", frase escrita em uma parede em Prelúdios & Noturnos.



    Escrito por Lello Lopes às 00h45
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    Rala que Rola

    Este não é um post pago. É um post apenas para mostrar um dos melhores comerciais dos últimos tempos. Alguém discorda?



    Escrito por Lello Lopes às 21h51
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    Quebrando a Banca

    Eu já disse aqui que já fui mais cinéfilo. Adoro filmes, mas está cada vez mais difícil arrumar tempo para ir ao cinema. Nesta semana, enquanto esperava o aniversário do Marmota, fui ver “Quebrando a banca” (“21”, de Robert Luketic).

     

    É a história, baseada em fatos reais, de um grupo de alunos do MIT que, instruídos por um professor, bolam um jeito de contar cartas e ganhar dinheiro fácil jogando 21 em Las Vegas. Muito instrutivo, ainda mais às vésperas de mais uma edição do Mundial de Pôquer.

     

    O filme é legalzinho, vale as 12 pilas investidas. (Aliás, o cinema do Shopping Eldorado ficou muito bom após a reforma.) E faz coçar ainda mais a vontade de conhecer Las Vegas, só para perder um pouco de dinheiro naquelas maquininhas.



    Escrito por Lello Lopes às 00h45
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