Aqui vai uma nova lista. Desta vez, cinco músicas em idiomas diferentes que, de uma forma ou de outra, foram parar no meu ipod.
1 – Tente Outra Vez – Raul Seixas
Ah, antes que alguém grite ‘toca Raul’, aqui vai. E uma curiosidade. O Raul Seixas morreu em um apartamento a duas quadras aqui de casa. Hoje o prédio abriga uma unidade do Etapa.
2 – In Bloom – Nirvana
Escolher uma em inglês foi difícil. Optei pelo melhor disco (nossa, que velho) que eu tenho no Ipod. E como Smells Like Teen Spirit eu já tinha colocado aqui, vai esse clipe divertido de In Bloom.
3 – Strani Amore – Renato Russo
Eu sei que Equilíbrio Distante é um CD muito bicha. O clipe de Strani Amore, então, praticamente ovula. Mas o Renato Russo cantando em italiano é sensacional. Ele consegue deixar as músicas menos bregas. E tem dias que a gente precisa ouvir música brega fantasiada de outra coisa.
4 – Quelqu’un m’a dit – Carla Bruni
Conhecia a Carla Bruni antes dela virar a senhora Sarkozy. Essa música era trilha sonora de uma novela, acho que Mulheres Apaixonadas, e acabou tocando em uma das aulas de francês. Quando fui para Paris pela primeira vez comprei o CD.
5 – Obsesión – Aventura
Bom, essa faz parte da trilha sonora de Perdidos na Europa. Agora não lembro se a gente ouviu em uma balada em Madri ou se entrou na trilha por algum outro motivo. De qualquer forma, é bem divertida. Ah, e para quem não sabe, o Aventura é um grupo argentino que toca música da República Dominicana.
Os filmes abaixo marcaram, de uma forma ou de outra, a minha infância. E eles nunca mais passaram na TV.
1 - Guerreiros
Título original: The Warriors Ano de lançamento: 1979 Diretor: Walter Hill Sinopse: Pequena gangue é acusada de matar um grande líder marginal. Agora, eles têm que enfrentar a fúria de outras gangues durante a madrugada no perigoso caminho de volta para casa.
2 - Pague para Entrar, Reze para Sair
Título original: The Funhouse Ano de lançamento: 1981 Diretor: Tobe Hooper Sinopse: Grupo de adolescentes decide passar a noite em um parque de diversões e precisa enfrentar uma família maluca para sobreviver
3 - Namorada de Aluguel
Título original: Can't Buy My Love Ano de Lançamento: 1987 Diretor: Steve Rash Sinopse: Nerd paga para a gostosa da escola fingir que é namorada dele. Aos poucos, os dois vão descobrindo que tem muito mais coisas em comum do que pensam.
4 - O Homem-Cobra
Título original: Sssssss Ano de lançamento: 1973 Diretor: Bernard L. Kowalski Sinopse: Estudante é cobaia de um experimento científico e aos poucos vai se transformando em uma cobra
5 - A Noite das Brincadeiras Mortais
Título original: April Fool's Day Ano de lançamento: 1986 Diretor: Fred Walton Sinopse: Grupo de estudantes vai passar o dia 1º de abril em uma mansão afastada da cidade. Um a um eles começam a ser assassinados.
Listas - 5 histórias do Stephen King que não são de terror
Sou um grande fã de Stephen King. O cara escreve contos de terror como ninguém. Sejam histórias de vampiros (A Hora do Vampiro), de carros mal-assombrados (Christine), de gente voltando do mundo dos mortos (Cemitério Maldito), de vinganças telecinéticas (Carrie – A Estranha) ou de perseguições psicóticas (Angústia), ele é realmente um mestre na aérea de assustar.
O que pouca gente sabe é que o Stephen King também escreve coisas que não são de terror. Aqui, na volta das listas, seguem cinco exemplos de filmes baseados em livros que não têm o terror ou o suspense como mote.
1- Um Sonho de Liberdade
Título original: The Shawshank Redemption
Lançamento: 1994
Diretor: Frank Darabont
Resumo:Um banqueiro é condenado injustamente à prisão perpétua pelo assassinato da mulher. Para sobreviver no presídio, faz amizade com um velho condenado e ajuda o diretor a criar um caixa 2.
Comentários: A melhor adaptação de um conto do Stephen King que não é de terror. É extremamente sensível e emocionante. E corre com muito mais fluidez do que o conto original.Em uma palavra: imperdível.
2 - À Espera de um Milagre
Título original: The Green Mile
Lançamento: 1999
Diretor: Frank Darabont
Resumo: John Coffey é condenado à morte pelo estupro e assassinato de duas menininhas. Mas enquanto espera a execução de sua sentença, ele exibe um poder extraordinário: o de curar pessoas.
Comentário: Um dos melhores livros de Stephen King, muito bem adaptado ao cinema. É impossível não se comover com a história de Coffey.
3 - Conta Comigo
Título original: Stand By Me
Lançamento: 1986
Diretor: Rob Reiner
Resumo: Quatro amigos partem em busca do corpo de um menino atropelado perto de sua cidade. A viagem marca a passagem da infância para a adolescência.
Comentário: O filme é magistral, tão bom quanto o livro. E acabou virando um marco desta fase em que os meninos não são mais crianças. Além disso, é um dos primeiros trabalhos das carreiras de Kiefer Sutherland e John Cusak.
4 - A Hora da Zona Morta
Título original: The Dead Zone
Lançamento: 1983
Diretor: David Cronenberg
Resumo: John Smith é um professor que fica cinco anos em coma após sofrer um acidente de carro. Quando acorda, descobre que tem o poder de ver o passado ou o futuro de uma pessoal com um simples toque. A dádiva se transforma em problema quando ele encontra o futuro presidente dos Estados Unidos.
Comentário: O livro é sensacional, daqueles que você não consegue parar de ler.
5 - O Aprendiz
Título original:Apt Pupil
Lançamento: 1998 Diretor: Bryan Singer
Resumo: Um garoto descobre que em sua cidadezinha vive um velho general nazista. Começa então um jogo de exploração psicológica: para não denunciar o velho, o garoto quer ouvir detalhes dos campos de concentração.
Comentário: Bryan Singer é um diretor competente. Ele já mostrou isso em Os Suspeitos e X Men. Mas em O Aprendiz, errou feio. Ele ignorou todo o terror da transformação psicológica do moleque após as histórias contadas pelo nazista. Assim, o filme ficou com uma visão maquiavélica, anos luz atrás do conto que foi inspirado.
Faz um tempinho que estou com uma idéia de colocar aqui uma lista dos principais jogos que eu vi no estádio. A vitória do Corinthians sobre o Goiás por 4 a 0 na Copa do Brasil foi o empurrãozinho que faltava para levar adiante a idéia. A relação abaixo indica os momentos mais marcantes, positivamente, que acompanhei em um estádio de futebol. São jogos históricos, pelo menos para mim.
Juventus 2 x 3 Linense
Data: 25/11/2007
Local: Rua Javari
Torneio: Copa Federação Paulista
Resumo: Final de campeonato. Javari lotada, com quase 4 mil torcedores. Em jogo, além do título, uma vaga na Copa do Brasil: é o início do “Projeto Tóquio”. E o Juventus, que pode perder por até um gol de diferença, marca 1 a 0 e ainda tem pênalti a favor. Mas o delírio vira decepção. A cobrança é perdida e logo em seguida o Linense empata. No segundo tempo, o time do Interior pressiona e faz 2 a 1. Aos 47 minutos, marca o terceiro. A Javari fica desolada, sem acreditar no que acontece. É um minuto de profunda tristeza, que acaba em êxtase quando João Paulo acerta um chute de fora da área, a bola desvia no zagueiro e entra. É a derrota mais comemorada da história da Mooca. É futebol em toda a sua essência. É inesquecível.
Resumo: Catarse coletiva. Só assim que eu consigo definir aquela noite de abril. Depois de levar uma piada de 3 a 0 para o Cianorte (obrigado, Fábio Costa), o Corinthians precisava ganhar por quatro gols de diferença para avançar de fase na Copa do Brasil. Mais do que a classificação, naquela noite a honra estava em jogo. E ela foi defendida com garra do primeiro ao último minuto. Das numeradas do Pacaembu, levei pra casa dois hematomas nas batatas da perna (de tanto bater na cadeira na hora das comemorações dos gols) e a alma lavada.
Resumo: Depois de muito tempo, voltava ao Morumbi. E logo em final de campeonato. Na semana anterior, o Corinthians havia conseguido um empate heróico no Mineirão, com dois gols do gênio Dinei. No meio da semana, dou uma escapadela do trabalho para agilizar a compra dos ingressos, feita graças à boa vontade do Nara e de um colorado chamado Marmota que eu acabei conhecendo. O jogo foi bom, apesar de o Corinthians ter sido roubado. Mas o melhor aconteceu no estacionamento do Shopping Butantã, com uma inesquecível corrida de carrinhos de supermercado que não teve vencedor porque uma maldita Caravan decidiu ficar no meio do caminho.
Resumo: Sol, muito sol. É o que mais lembro desse jogo. Chuva mesmo, só de gols. E nos gols, quando caía uma agüinha esquisita em cima da gente. Mas foi uma festa só, ainda mais pelas excelentes companhias da minha irmã e da minha tia Maria.
Resumo: Esta foi a minha primeira cobertura importante. E foi em um momento tenso. A seleção precisava ganhar de qualquer jeito para ainda ter chance de se classificar paraCopa do Mundo. O Felipão, que tinha acabado de assumir o time, sabia disso, e criou todo um clima favorável. No meio disso tudo estava eu, viajando pela primeira vez de avião, atarantado com um monte de coisas novas e caçando frango em coisas válidas. No final, o saldo foi positivo, tanto para mim quanto para o Brasil, que ganhou bem, se classificou para a Copa e foi campeão. Pena que da cobertura só sobrou a capa das Eliminatórias. As matérias se perderam no éter...
Listas – Grau de dificuldade de eventos para xavequeiros
Esta é uma lista diferente. Em vez das cinco melhores qualquer coisa, eis uma tabela científica com o nível de dificuldade em se dar bem com a mulherada em determinados eventos. Especialistas no mundo todo passaram anos e anos fazendo testes de campo até chegarem a esta conclusão. Então, veja em que nível você se encaixa. E aproveite as dicas para melhorar no xaveco.
Dificuldade 1 – Micareta
É o jeito mais fácil de sair da secura. Não precisa fazer quase nada. Um “com licença” já pode ser a senha para pontuar. Indicado principalmente para quem prefere quantidade a qualidade. Se mesmo assim você ficar no 0 a 0, então é melhor pensar em seguir a carreira eclesiástica.
Dificuldade 2 – Formatura
A união de hormônios ferventes, álcool e a sensação de liberdade deixam as coisas bem fáceis. Sem contar que pode ser a última chance de pegar aquela menina bonitinha que todo mundo pagava o pau. E se no final da noite o placar ainda estiver zerado, sempre tem a CDF de óculos e aparelho nos dentes que sentava na primeira fileira dando sopa.
Dificuldade 3 – Shows
O ambiente propício para se dar bem. Além do álcool, a música e certas coisas ilícitas ajudam a acabar com a timidez (a sua e a dela). Se o show tiver ruim, aproveite para passar o tempo bem acompanhado. Se tiver bom, entre no clima e sinta a energia com a mina do lado. E como último recurso, um mosh pode ser a salvação.
Dificuldade 4 – Festa da firma
Melhor do que bebida, só bebida de graça. E com a galera do trabalho você pode pular a parte das apresentações. Então, vá pra cima da gostosona do RH ou daquela estagiária que te deu bola o ano todo. Mas tome cuidado. Lembre que você vai encontrar com esse povo no dia seguinte, ainda com a cara amassada de ressaca.
Dificuldade 5 – Casamento
Amor traz amor. Principalmente o amor desesperado. Invista nas solteironas que se digladiam atrás do buquê, porque elas querem ser as próximas da fila. A bebida e a música ajudam, é claro. Mas atenção: segure com ardor a vontade de colocar a gravata na testa, pois feito isso todas as suas chances na noite acabam.
Dificuldade 6 – Baladas
À primeira vista, pode parecer o lugar mais fácil para pegar muié. Mas não é. A balada é quase uma loteria. Dependendo do lugar e do dia, você pode se dar muito bem ou muito mal. Então, antes de sair de casa, estude o local e público alvo, para poder usar o xaveco certo. E persevere. Normalmente os maiores peixes são fisgados no final do expediente.
Dificuldade 7 – Missa
As coisas começam a ficar mais difíceis. Se você atingiu este nível, meus parabéns: pode se considerar um xavequeiro de respeito. Aqui, o segredo é esperar o momento certo. Por exemplo, não parta para cima enquanto ela estiver de joelhos. As chances de sucesso são mínimas. Já uma piada bem colocada no meio de um sermão chato pode servir para quebrar o gelo. Mas a melhor tática é, na hora da comunhão, dividir a sua hóstia com ela. Aposto que ela vai te achar um santinho.
Dificuldade 8 – Desastres naturais
Um grande desastre pode unir pessoas. Uma enchente, um incêndio, um furacão ou um terremoto servem de gancho para você se tornar íntimo de uma desconhecida. E quanto pior a tragédia, melhor para você. Uma invasão extraterrestre ou o risco de apocalipse dão a deixa para você usar o papinho de “vamos ficar juntos antes que o mundo acabe”. É batata que funcione.
Dificuldade 9 – Jogo de futebol
Um evento que a principal atração são 22 marmanjos correndo atrás de uma bola não parece muito promissor. Mas entre um “Vai Curíntia” e um “Juiz ladrão” você pode achar um tempo para admirar uma beldade perdida no meio de tanto gavião. Neste momento, localização é a chave de tudo. Fique ao lado dela na arquibancada e torça muito para o seu time marcar um gol. Se a rede balançar, é só partir para o abraço, literalmente. Agora, se você se der bem com uma menina da torcida adversária, meus parabéns: é um xavequeiro-pró.
Dificuldade 10 – Enterro
Este é uma espécie de chefão dos eventos para os xavequeiros. Poucos conseguiram atingir tal nível de eficácia. Para isso, foram precisos muitos e muitos anos de estudo e luta. Para ter sucesso, você tem que saber o timing certo de fazer o ombro amigo virar algo mais. E se a vítima ainda for parente do falecido, você merece pendurar na parede da sala o título de xavequeiro-master-extreme outorgado pelo Instituto José Mayer de Xaveco.
Ontem foi o Valentine’s Day. Então, para os corações apaixonados, aqui vai uma lista com os melhores momentos de um dos atores de comédia-romântica mais subvalorizado de todos os tempos: Hugh Grant. Pode ver, as melhores comédias-rômanticas têm a participação do inglês. Mesmo assim, ninguém dá valor para o cara. E acima de tudo ele tem uma qualidade fundamental e pouco vista: sabe rir de si mesmo. Um exemplo acontece nos comentários de Simplesmente Amor. Na cena que Hugh Grant e a mocinha são descobertos se beijando na escola, o diretor do filme diz que no dia que Hugh Grant morrer vão usar aquela cena na televisão para ilustrar a matéria. Hugh Grant logo rebate, dizendo que se não usarem essa cena vão usar o retrato dele na polícia (aquele tirado quando ele foi flagrado com a prostituta Divine Brown). Gênio!
1 - Um Lugar Chamado Notting Hill
Sinopse: Hugh Grant é um livreiro que se apaixona pela maior estrela de Hollywood. O relacionamento entre estes dois mundos tão diferentes não é fácil.
Frase: “I live in Notting Hill. You live in Beverly Hills. Everyone in the world knows who you are, my mother has trouble remembering my name.”
Melhor cena: A entrevista coletiva no final
2 - Um Grande Garoto
Sinopse: Hugh Grant é um playboy, que vive dos direitos autorais de uma música natalina escrita pelo pai. A sua vida muda quando ele conhece um garoto problemático.
Frase: “I am an island. I am bloody Ibiza!”
Melhor cena: Hugh Grant e o garoto cantando “Killing me Softly”
3 - Simplesmente amor
Sinopse: São várias histórias de amor/desamor interligadas. Em uma delas, Hugh Grant é o primeiro-ministro da Inglaterra que se apaixona por uma funcionária do palácio.
Frase: “We may be a small country but we're a great one, too. The country of Shakespeare, Churchill, the Beatles, Sean Connery, Harry Potter. David Beckham's right foot. David Beckham's left foot, come to that. And a friend who bullies us is no longer a friend. And since bullies only respond to strength, from now onward, I will be prepared to be much stronger. And the President should be prepared for that.”
Melhor cena (do Hugh Grant): A busca pela amada na noite de Natal
4 - Letra e Música
Sinopse: Cantor de sucesso nos anos 80, Hugh Grant hoje está decadente. A sua sorte muda quando uma estrela do momento quer que ele escreva uma nova música. O problema é que ele não é letrista. Para ajudá-lo, entra em cena uma louca e charmosa Drew Barrymore.
Frase: "People wait their whole lives to see an ex when things are going really good. It never happens. You could make relationship history!"
Melhor cena: O clipe dos anos 80
5 - Quatro Casamentos e Um Funeral
Sinopse: Como o próprio nome diz, a história se passa em quatro casamentos e um funeral. Hugh Grant é um bon vivant inglês que foge do altar, até se apaixonar por uma americana.
Frase: "Dear Lord, forgive me for what I am about to, ah, say in this magnificent place of worship... Bugger! Bugger! Bugger, bugger, bugger, bugger!"
Esta é uma lista diferente. No início deste meu 30º ano de vida, resolvi fazer uma relação anual de 30 filmes que eu gostou ou que me marcaram. Eis a relação: